terça-feira, 31 de janeiro de 2017

E QUANDO É MELHOR DESISTIR?

Desistir é uma palavra forte para muitas pessoas. E ligada à ideia de fracasso, de fraqueza, de incapacidade. Mas, em verdade, desistir (dependendo da situação) pode ser a melhor saída para viver melhor. Neste texto, pretendo falar sobre a possibilidade de desistir na área profissional e na área afetiva, em relacionamentos, especialmente os relacionamentos amorosos.

Há muitos anos que eu leio livros de motivação, autoajuda, psicologia comportamental, programação neurolinguística e existe uma formulação em todos eles que diz que o segredo do sucesso é a persistência. É verdade, porém, verdade igual é que desistir e partir para um outro cenário também pode ser fundamental.

Não sei se vocês se lembram, mas há alguns anos um livro que fez muito sucesso foi “Quem mexeu no meu queijo?” Em 2007, eu assisti um treinamento de uma amiga psicóloga em uma empresa que abordava o tema deste livro, que foi um best-seller por contar através de uma história, portanto, através de uma metáfora, o que pode ser aplicado em áreas diferentes. O resumo pode ser dito da seguinte forma: o ratinho quer o seu queijo. O queijo do lugar aonde ele vive está acabando. Um ratinho pode ir para outro lugar, buscar e encontrar mais queijo ou pode ficar no mesmo lugar se lamentando pelo queijo que está zerando.

É neste sentido que usarei aqui a ideia de desistir. Desistir não quer dizer parar, paralisar, perder. Mas também tem o sentido de desistir de uma forma de resolver o problema ou desistir de um ambiente que não é propício para conseguir o que você almeja.

DESISTIR DE UMA FORMA DE SE COMPORTAR

 Como disse, podemos desistir sem necessariamente abandonar o objetivo último. Podemos desistir de uma forma equivocada de resolver o problema em questão. Utilizando a metáfora do “Quem mexeu no meu queijo”, o ratinho poderia continuar em seu objetivo (o queijo) mas desistir de seu comportamento preguiçoso e acomodado. Um outro exemplo, seria imaginar alguém que quer ganhar mais dinheiro e está acomodado em seu trabalho ou ambiente de trabalho.

Ao invés de desistir do objetivo (ganhar mais dinheiro), esta mesma pessoa pode reformular o modo como está se comportamento para atingi-lo. Com isto, mudando o comportamento, desistindo daquela forma de agir, pode-se encontrar centenas de outras maneiras de se realizar. Como diz o lema da Apple: Think Different. Pense diferente.

Como diz John D. Rockefeller: “Não tenha medo de desistir do bom para perseguir o ótimo”.

DESISTIR DE UM RELACIONAMENTO

 Há um tempo atrás eu escrevi um texto intitulado: “Porque os casais não se separam?”

É um texto simples, mas um dos que mais gosto. Afinal, recebo muitos emails perguntando sobre os motivos que levam tantas pessoas a continuarem em um relacionamento muitas vezes destrutivo ou insatisfatório. Você pode lê-lo no link acima, mas vou resumir o meu ponto de vista. Os casais não se separam porque em relacionamentos como este há uma mistura de prazer e dor, de realização e frustração. De modo que quando há dor ou frustração, brigas ou desentendimentos, pensa-se que já foi melhor, que pode melhorar, que vai voltar a ser como antes…

Se perguntarmos a qualquer pessoa, porque fica com alguém, namora ou casou, ouviremos que foi em busca da felicidade. Que a outra pessoa traz felicidade, através do amor e da paixão. Mas e quando o melhor é desistir?

Desistir de um relacionamento difícil pode ser o melhor caminho para a felicidade. Vencendo o medo da solidão, a ideia estranha do fracasso por não ter dado certo, de que deveria ser eterno ou durar a vida toda, pode ser infinitamente mais saudável do que continuar por longos períodos “em sofrimento inútil”.

DESISTIR DE UM SONHO – NUNCA?

 Existe um paradoxo filosófico que diz “Tudo é relativo”. Se tudo é relativo, a verdade “Tudo é relativo” pode ser falsa. Com isso, nem tudo é relativo… Pensamentos gerais e absolutos, no final das contas, podem ser apenas se resumir a um pensamento cristalizado e uma forma equivocada de estruturar o caminho que temos pela frente. De forma que desistir de um sonho também pode ser uma boa opção. Pois um sonho não realizado é sofrimento certo e se investigarmos o que estava por trás do sonho, ainda assim, poderemos realizar, claro, com ressalvas.

Eu lembro que durante a faculdade de psicologia, nós lemos um texto de Orientação Profissional, que dizia de uma garota que queria ser médica. Por não ter uma faculdade de medicina próxima, ela modificou este sonho para o que estava mais próximo. Estudou para ser técnica de enfermagem. Se formos analisar o sonho (a medicina), veremos que o objetivo último da garota seria ajudar o próximo, na área da saúde. Evidentemente, também entram em cenas outras ideias como o status social e a remuneração.

Porém, o sonho real da garota era ajudar. E ajudar, cuidando da saúde das outras pessoas. Como técnica em enfermagem ela poderia atingir o seu objetivo último, sem atingir o objetivo mesmo (a medicina). Esta é uma ideia interessante de ressignificação. Entender melhor o que está por trás dos nossos sonhos nos auxilia a nos conduzir no que poderíamos dizer ser o conflito entre o sonhador e o pessimista.

Uma pessoa pessimista diria para esta garota que aquilo não seria possível. Que ela teria que se conformar com sua situação e desistir do seu sonho de ser médica. Um sonhador diria para ela nunca desistir do seu sonho e seguir em frente. O meio termo no caso, neste caso e neste momento, seria ela encontrar, portanto, um meio termo.

Com uma profissão – a enfermagem – que estava disponível e que lhe daria também um emprego ela poderia sim continuar sonhando e fazer a faculdade mais para frente. Ou não. Ela poderia continuar como técnica e ser feliz também, “desistindo do sonho de adolescência”.

E você, já desistiu alguma vez? Foi positivo ou negativo para você? O que você aprendeu? Adoraria ouvir sua opinião nos comentários abaixo.

Fonte do texto: Pscologia msn - via: http://www.sentimentosemfrases.com/e-quando-e-melhor-desistir/

12 RAZÕES PARA PERDOAR A PESSOA QUE MAIS TE MACHUCA

O perdão é muitas vezes mais fácil de dizer do que fazer então, com isso em mente, aqui estão algumas razões para perdoar a pessoa que o fere mais. Espero que essas razões te ajudem a encontrar o desejo de curar quaisquer relacionamentos quebrados em sua vida.
Razões para Perdoar:

1. Todos nós cometemos erros, e todos nós temos feito coisas que prejudicaram outras pessoas.

2. Prender-se à raiva é doloroso e torna a sua vida muito mais triste e menos gratificante.

3. Retenção de perdão muitas vezes cria mais drama em sua vida pessoal.

4. Você gostaria de ser perdoado por seus próprios erros.

5. Ficar com raiva mantém você preso no passado, revivendo o evento doloroso várias vezes em sua mente.

6. Quando nos concentramos sobre o que não gostamos em alguém, atraímos mais dessas mesmas qualidades com a Lei da Atração.

7. Quando perdoamos as pessoas, atraímos perdão a nós mesmos através da Lei da Atração.

8. Você provavelmente prefere ser conhecido como alguém que perdoa e esquece, do que como alguém que detém rancores.

9. Você não pode passar para as coisas boas da vida quando está focado nas coisas ruins.

10. Todas as pessoas têm o bem nelas; ninguém é 100% ruim ou 100% bom. Especialmente se você amou essa pessoa em algum ponto no tempo, ele ou ela deve ter pelo menos algumas qualidades redentoras.

11. Apreciaríamos um pouco mais de harmonia e paz em nossas vidas.

12. No final do dia, cada um é responsável por sua própria alegria. Outras pessoas não foram colocados no planeta para nos fazerem felizes. Podemos optar por focar no positivo, independentemente das ações dos outros.

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2016/01/12-razoes-para-perdoar-a-pessoa-que-mais-te-machuca/

38 DURAS VERDADES SOBRE RELACIONAMENTOS

 Nossa cultura cria a expectativa de que a vida deve ser como um dia feliz na praia, mas todos nós sabemos que a vida real está longe de ser uma experiência alegre unilateralmente. Em nenhum lugar a nossa cultura apresenta um conjunto mais distorcido das expectativas do que em relacionamentos de longo prazo.

A verdade é que as relações não são fáceis. Elas nunca são fáceis. Relacionamentos exigem compromisso. Exigem que você ceda para o bem do outro, e exigem que você redefina a definição de amor que a nossa cultura tem entregue a você.

Mais perigoso, talvez, seja o fato de que nossa cultura tende a martelar de o amor é um sentimento. Mas a realidade é que o amor é ação. É trabalho. É algo com o qual você se comprometer com uma prática.

Quando você está apto a aceitar isso, e superar a expectativa prejudicial de que deveria se sentir singular, feliz o tempo todo, abre espaço para a verdadeira alegria de estar em parceria íntima, a alegria que te afasta de constantes lutas.

Aqui estão 38 verdades difíceis sobre relacionamentos que podem te ajudar a criar expectativas saudáveis:

1. Você não vai gostar sempre de seu parceiro.

2. Você não vai sempre se sentir atraído por seu parceiro.

3. Você vai se sentir irritado.

4. Você não vai sempre sentir falta de seu parceiro quando estiverem longe.

5. Você vai se sentir entediado, às vezes.

6. Você vai se perguntar se há alguém “melhor” às vezes.

7. Você vai se sentir solitário às vezes.

8. Seu parceiro não é o seu clone, e diferenças podem ser um desafio.

9. Seu coração vai abrir e fechar.

10. Você vai se sentir atraído e não atraído.

11. Sua vida sexual vai ser um desafio às vezes.

12. Você não vai sempre querer ter relações sexuais.

13. Você vai se sentir apaixonado e indiferente.

14. Você vai se sentir conectado e desconectado.

15. O verdadeiro amor inclui polaridades aparentes.

16. O verdadeiro amor inclui medo.

17. Medo nem sempre se mostra como medo.
Às vezes parece indiferença, irritação.

18. Quanto mais profundo o amor, mais profundo o medo.

19. Quanto mais profundo o amor, mais profundo o risco.

20. Você vai ter pensamentos como: “Eu quero ir embora. Eu quero algo mais. Eu quero outro alguém.”

Isso são apenas pensamentos. Eles são comuns. Isso não significa que são verdadeiros. Na maioria das vezes, são mais uma manifestação de medo.

21. Pensamentos duvidosos (como aqueles acima), habitualmente vêm quando você se sente desconectado do seu parceiro.

22. Você vai se perguntar por que ninguém mais fala sobre o quão difícil relacionamentos podem ser.

23. Conflitos são inevitáveis.

24. Vocês vão ver um ao outro em seus piores estados.

25. Você vai dizer coisas que não gostaria de dizer.

26. Você vai machucar o outro.

Isto é inevitável, e aceitar a realidade mostra como isto é simplesmente parte da prática de estar em um relacionamento.

27. Vocês vão quebrar a confiança um do outro.

28. Você vai trazer o seu passado para o relacionamento: dores de infância, dores de relacionamentos passados, dores de amizades quebradas.

29. Você vai experimentar momentos difíceis de um casamento, quando você não souber se vai dar conta.

30. Se você tem filhos, você vai suportar vários anos sem ter suas necessidades atendidas.

31. Não há dúvida de que a vida com filhos é um desafio.

32. Você vai se sentir furioso, indignado, e desvalorizado, por vezes.

33. Você será convidado a ser a maior pessa, às vezes.

34. Você vai precisar engolir o orgulho e pedir desculpas primeiro.

35. Você vai perder a fase de lua de mel (se alguma vez houve uma).


36. Seu pensamento sobre relacionamentos vai mudar muito.

37. Você vai se sentir ressentido.

38. Vocês irão envelhecer juntos.
Depois de ler esta lista você pode se perguntar por que alguém iria assinar um relacionamento de longo prazo. Não é mais fácil ser solteiro? Sim, é mais fácil. É mais seguro e menos arriscado. Mas os relacionamentos íntimos são um dos lugares onde somos convidados a aumentar a nossa capacidade de amar e sermos amados, expandirmos a nossa tolerância, aumentarmos a nossa paciência, e suavizarmos em compaixão.

É um presente e um privilégio estar em um relacionamento íntimo, e quando você puder se aproximar do relacionamento com expectativas realistas, será menos propenso a lutar contra as tempestades e mais propenso a se render a cada caminho rochoso, sabendo que quando superar esse desafio, terá crescido mais.

Fonte do texto: Mind Body Green - via: https://osegredo.com.br/2015/08/38-duras-verdades-sobre-relacionamentos/

TODO FILHO É PAI DA MORTE DE SEU PAI

 Não pude deixar de compartilhar... Me emocionei pela verdade no texto, não deixem de ler!

" Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.

É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.

É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.

É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe.

É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.

E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.

Todo filho é pai da morte de seu pai.

Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.

E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.

Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.

Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.

A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.

Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.

A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.

Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.

Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?

Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.

E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.

Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.

No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira: e

— Deixa que eu ajudo.

Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.

Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.

Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.

Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.

Embalou o pai de um lado para o outro.

Aninhou o pai.

Acalmou o pai.

E apenas dizia, sussurrado:

— Estou aqui, estou aqui, pai!

O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. "

Autor do texto: Fabricio Carpinejar

7 HÁBITOS QUE PESSOAS FELIZES TÊM (MAS NUNCA FALAM A RESPEITO)

1. COLOCAM-SE EM PRIMEIRO LUGAR

Elas sabem que amor-próprio não é egoísmo. As pessoas felizes colocam suas necessidades em primeiro lugar, porque enxergam o poder de mostrar-se inteiro para os outros. Quando você cuida de si mesmo, ajuda a todos os outros. Se você sacrificar suas necessidades a fim de ajudar os outros, você está sendo visto como metade de si mesmo.

2. ACEITAM A IMPERMANÊNCIA

Pessoas que se sentem em paz com suas vidas reconhecem que tudo tem um tempo e lugar. Relacionamentos, empregos e experiências são parte de um plano maior. As pessoas felizes reconhecem que a vida é um ato de equilíbrio entre segurar e soltar – e se sentem confortáveis ​​liberando coisas que já não são úteis.

3. NÃO SENTEM REMORSO SOBRE SEUS DESEJOS

Alguns podem chamá-los de egoístas, loucos, até mesmo ridículos, mas as pessoas felizes realizam seus sonhos e se concentram em seus objetivos com força destemida. Elas costumam manifestar o que desejam rápido, porque acreditam em seus sonhos. Vivem a vida em seu próprio ritmo e seguem seus corações com energia corajosa. Você não pode impedir uma pessoa feliz de alcançar seus objetivos. Elas sabem que a vida é curta e não perseguir seus sonhos é como morte prematura.

4. NÃO SE PREOCUPAM COM DINHEIRO

As pessoas felizes são extremamente generosas. Elas sabem que quanto mais dão, mais recebem em troca. Mas elas dão sem esperar nada em troca. Esta energia cria uma mentalidade abundante que traz mais riqueza.

Pessoas felizes têm uma relação saudável com o dinheiro e aprenderam a conciliar isso com autoestima. Quanto mais se valorizam, mais dinheiro atraem. Ao invés de se preocuparem com dinheiro, elas tomam medidas para fazerem mais dinheiro e criarem mais fluxo. Isso geralmente acontece porque elas amam o que fazer diariamente, o que cria uma conexão profunda e rica em suas próprias vidas. Elas também sabem que não precisamos de mundos de de dinheiro para sermos felizes. É a experiência que faz a vida valer a pena.

5. NÃO PRECISAM QUE NINGUÉM GOSTE DELAS

As pessoas mais felizes que conheço não se importam com o que os outros dizem ou pensam sobre elas. A única coisa
que importa é que gostam de si mesmas. Esta energia contagiante e autoconfiante, muitas vezes atrai um grande número de pessoas. As pessoas felizes muitas vezes têm bons amigos, mas não são dependentes de seu gosto sobre elas.

6. SABEM QUE REJEIÇÃO É PROTEÇÃO

As pessoas felizes não levam rejeição para o lado pessoal. Elas sabem que a vida vai sempre dar-lhes o que realmente precisam. Então o cara que não ligou de volta, o trabalho que não deu certo ou a carta de rejeição de empréstimo são todos sinais universais de que esse não era o melhor jeito. Elas confiam que algo melhor está a caminho.

7. VEEM TODOS COMO IGUAIS

As pessoas mais felizes não enxergam nenhuma diferença entre qualquer pessoa e situação. Eles não julgam, condenam ou apontam falhas nos outros. Elas não vão tentar provar que você está errado. Elas aceitam toda a diversidade da vida e celebram os contrastes.

Fonte do texto: http://www.sentimentosemfrases.com/7-habitos-que-pessoas-felizes-tem-mas-nunca-falam-a-respeito/

USE O CÉREBRO ANTES DE USAR A LÍNGUA!

 Mais do que falar, devemos saber o que, quando e com quem falar, caso contrário, as palavras soarão nada mais do que como um nada ofensivo.

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A sabedoria popular já nos aconselha que a palavra é prata e o silêncio é ouro, não à toa. Saber o momento certo para nos expressarmos, bem como usando as palavras mais adequadas, é uma das melhores formas de não entrarmos em discussões desnecessárias e de evitarmos magoar as pessoas. Além disso, o fato de termos uma opinião formada não quer dizer que estamos certos.

A comunicação humana realmente é muito complexa, pois envolve pontos de vista distintos, às vezes semelhantes, muitas vezes dissonantes. Cada um de nós possui as próprias formas de pensar e de sentir as coisas, pois cada pessoa passa por lugares diferentes, vem de onde o outro nem imagina, passa por situações que moldaram sua visão de mundo de forma singular.
 Por isso é que não devemos esperar que o outro tenha as mesmas reações que as nossas ou se comporte conforme aquilo que esperamos. Por isso é que não podemos achar que sabemos exatamente o que o outro precisa ouvir naquele momento, que estaremos o ajudando quando opinarmos ou darmos conselhos. Muitas vezes, não queremos ouvir nada de ninguém, nem estamos prontos para receber alguma coisa – queremos paz e silêncio.

É preciso perceber que existem momentos em que não adianta tentar conversar, tampouco seremos ouvidos. Da mesma forma, devemos ter noção do nosso grau de intimidade com a pessoa a quem queremos expressar nossas opiniões, pois estaremos sendo invasivos, indelicados e desagradáveis, caso não sejamos próximos o bastante. Afinal, quem somos nós, para falar o que quisermos para quem quisermos?

E, mesmo que se trate de alguém com quem tenhamos uma relação forte e constituída, não podemos supor que possuímos um passe livre para adentrar na vida dele quando e como quisermos. Com amigos, familiares e parceiros, temos ainda uma obrigação maior de saber até onde podemos ir, com quais palavras devemos entrar e o momento certo de agir e de falar.

Ninguém é obrigado a ouvir o que não quiser, a não ser em situações específicas, como nas orientações no trabalho, nas correções que os pais fazem, na escola. Mesmo assim, a maneira como as coisas são ditas fazem toda a diferença na receptividade do ouvinte. Grosseria são automaticamente repelidas por quem as recebe e, na maioria das vezes, devolvidas no mesmo ritmo ofensivo.

É preciso, portanto, muita ponderação e discernimento no trato com as pessoas, principalmente quando elas estão passando por situações difíceis e desagradáveis, pois nem sempre estarão abertas ao diálogo. Mais do que falar, devemos saber o que, quando e com quem falar, caso contrário, as palavras soarão nada mais do que como um nada ofensivo. Preferível, no caso, um silêncio confortador.

Fonte do texto: postado por Marcel Camargo no site: https://osegredo.com.br/2016/05/que-sua-fala-seja-melhor-do-que-o-seu-silencio/

domingo, 29 de janeiro de 2017

O QUE OS OUTROS VÃO PENSAR É PROBLEMA DELES!

 Haverá sempre alguém tentando nos impedir, censurando-nos, discordando agressivamente de nossa jornada, porque ainda é difícil a muitos cuidar da própria vida e deixar a felicidade do outro em paz.

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Ninguém, a não ser que se torne um eremita, vive sozinho. Fazemos parte da sociedade e estamos ligados às pessoas que convivem conosco. Isso quer dizer que as consequências de nossas ações não se restringem apenas a nós mesmos, pois atingem também as pessoas que, de uma ou de outra forma, fazem parte de nosso caminhar.

Não poderemos, portanto, agir visando tão somente aos nossos propósitos pessoais, não nos importando com ninguém mais, como se o nosso bem estar fosse a única meta a ser atingida. Caso machuquemos quem está ao nosso lado, a fim de obtermos aquilo que queremos, estaremos agindo de forma inconsequente e egoísta, o que deve ser evitado.
 No entanto, é necessário que achemos um jeito de realizar os nossos sonhos e de vivermos conforme aquilo em que acreditamos, de maneira ética e digna, sem nos desviarmos disso tudo, ou jamais seremos felizes. Ainda mais se sufocarmos os nossos anseios, por medo da reprovação de quem discorda do nosso modo de pensar e de agir.

Ouvirmos e ponderarmos frente aos conselhos de quem nos ama de verdade será sempre necessário, pois então estaremos lidando com palavras vindas de gente que se importa e quer o nosso bem. Entretanto, dar ouvidos a quem não divide nada conosco, a não ser momentos superficiais e irrelevantes, acabará nos afastando do que nos move os sentidos, do que é essencial aqui dentro de nós.

Caso estejamos agindo de acordo com as verdades que norteiam os nossos sonhos de vida, para buscar o que queremos, junto a quem amamos, sem machucar ninguém pelo caminho, é preciso continuar. Haverá sempre alguém tentando nos impedir, censurando-nos, discordando agressivamente de nossa jornada, porque ainda é difícil a muitos cuidar da própria vida e deixar a felicidade do outro em paz.

Será muito difícil errarmos a pontaria de nossos ideais, caso estejamos caminhando ao ritmo harmonioso dos sonhos que não conseguimos deixar lá no travesseiro. Jamais poderemos sufocar a nossa essência, por medo do que vão pensar, do que vão dizer. Quem vive a julgar o outro sempre vai pensar e dizer o pior, pois não sabe agir de outra forma, não importa o que o outro faça ou diga – é só isso que ele sabe fazer.
Não poderemos agir sem pensar em ninguém mais, obviamente, como se só nossa vida fosse importante, mas isso não quer dizer, de forma alguma, que deveremos temer quem possa vir a nos difamar por discordâncias baseadas em juízos de valor.  O preço a se pagar pelo sufocamento dos sonhos é nada mais, nada menos, do que o arrependimento e a infelicidade. Não seja infeliz, seja quem você é de verdade.

Fonte do texto: postado por Marcel Camargo no site: https://osegredo.com.br/2016/05/o-que-os-outros-vao-pensar-e-problema-deles/

AGIR EM FAVOR DE SI MESMO(A) NEM SEMPRE É EGOÍSMO…

 “Jamais poderemos nos culpar, achando que estamos sendo egoístas, ao romper com o parceiro de quem nada nos retorna, ao evitar o amigo que suga, o colega que debocha, o primo que nem telefona, ao falar verdades doídas a quem merecer, ao recusar o convite de quem não acelera o nosso coração.”

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Um dos preços que pagamos por viver em sociedade é vermos nossas atitudes atingirem a vida de outras pessoas, é não podermos agir ao nosso bel-prazer, sem analisar o raio de alcance de nossas ações. Fazemos parte de um corpo social, ao qual devemos nos harmonizar, para que não provoquemos quebras que afetem o caminhar daqueles que estão ao nosso lado.
 Desde pequenos, somos ensinados a pensar nas consequências de nossos comportamentos, para que nos coloquemos no lugar do outro e não nos tornemos adultos egoístas e isentos de compaixão para com o próximo. Caso busquemos tão somente a realização de nossos desejos, sem levar em conta as pessoas que caminham ali ao lado, estaremos fadados a passar por cima da dignidade alheia, de forma injusta e, muitas vezes, cruel.

No entanto, é preciso que, nesse percurso, jamais nos esqueçamos de nós mesmos, de nossos anseios e desejos, de nossos sonhos. Não poderemos pensar tão somente no outro, negligenciando tudo o que pulsa dentro de nós, ou viveremos uma vida correta lá fora, enquanto nos quebramos por dentro. Com o tempo, nesse ritmo, não mais estaremos aptos a ajudar ninguém.

Teremos que saber até onde podemos nos distanciar de nós mesmos, qual o limite exato de nossa entrega, ou seremos anulados pelas necessidades dos outros. Nossa sobrevivência e nosso respirar com leveza em muito dependerão da atenção que dermos ao que somos. Abdicarmos de tudo o que nos define em favor do outro pode até parecer magnânimo, mas não tardaremos então a nos esvaziar de tudo aquilo que constitui nossa essência primeira.

Jamais poderemos nos culpar, achando que estamos sendo egoístas, ao romper com o parceiro de quem nada nos retorna, ao evitar o amigo que suga, o colega que debocha, o primo que nem telefona, ao falar verdades doídas a quem merecer, ao recusar o convite de quem não acelera o nosso coração. Nesses casos, estaremos tão somente priorizando a pessoa mais importante em nossas vidas, ou seja, ninguém mais do que nós mesmos.
 Enquanto estivermos agindo com ética e retidão, sem ferir as pessoas ao nosso redor, não estaremos errando. É dessa forma que nos fortalecemos para estender ajuda a quem precisar, porque então seremos alguém capaz de oferecer algo, já que estaremos bastando a nós próprios.

Se não nos preservarmos naquilo que temos de mais precioso, condenaremos nosso destino aos descaminhos infelizes da anulação de todos os ideais que inundaram os nossos sonhos de vida, desde a mais tenra infância. E isso ninguém deveria merecer.

Fonte do texto: postado por Marcel Camargo no site: https://osegredo.com.br/2016/05/agir-em-favor-de-si-mesmo-nem-sempre-e-egoismo/

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

TER ESCOLHIDO ERRADO HOJE NÃO TE IMPEDE DE ESCOLHER CERTO AMANHÃ!

 Nunca será tarde demais para trocar o que já se desgastou, o que fere nossa dignidade e não mais acelera os nossos corações, pelo inesperado, por novos sentimentos, por bochechas coradas, toques surpresos, beijos roubados, olhares que se encontram, vidas que se fundem.

***
Todos os dias, abrem-se à nossa frente uma infinidade de escolhas a serem feitas e que determinarão o rumo dos acontecimentos em que nos envolveremos. Nem sempre acertaremos naquilo que optarmos e então teremos de enfrentar as consequências, a que ninguém foge.

Mesmo assim, ainda que tenhamos errado, nada nos afastará das novas oportunidades com as quais o amanhecer nos desperta.

Ninguém é obrigado a carregar consigo, para sempre, o peso amargo das escolhas erradas e malfeitas, pois não podemos nos acomodar diante daquilo que nos machuca. Cabe-nos ter disposição e maturidade para assumirmos os equívocos, analisarmos o que nos levou àquela situação, para podermos aprender e mudar, fugindo das escolhas errôneas.

Não podemos nos demorar no terreno arenoso e lamacento das culpas, dos rancores e dos arrependimentos, presos dentro dos muros da autopiedade, das lamentações, culpando o mundo por aquilo que nós mesmos acabamos por provocar. Teremos que ter certeza do que queremos e do que não queremos para as nossas vidas, pois assim conseguiremos mudar o rumo de nossos passos em direção ao que nos satisfaz plenamente.

Se olharmos com atenção à nossa volta, perceberemos que existem várias pessoas interessantes com quem conversar, várias pessoas solteiras que poderão nos amar, vários lugares bonitos que poderemos explorar.

Ou seja, nunca será tarde demais para trocar o que já se desgastou, o que fere nossa dignidade e não mais acelera os nossos corações, pelo inesperado, por novos sentimentos, por bochechas coradas, toques surpresos, beijos roubados, olhares que se encontram, vidas que se fundem.
 Como diz o senso comum, a vida se faz de escolhas, enquanto experenciamos o desenrolar de nossas ações, colhendo o doce e o amargo que é nosso e de mais ninguém. Enquanto caminhamos, vamos aprendendo, amando, rindo, chorando, gozando e sofrendo, umas vezes mais, outras menos.

O que importa é seguir, continuar, transformando o peso das escolhas erradas em motivação para que não estacionemos nossa vida, antes que ela nos traga toda a felicidade a que temos direito.

Fonte do texto: postado por Marcel Camargo no site: https://osegredo.com.br/2016/05/ter-escolhido-errado-hoje-nao-te-impede-de-escolher-certo-amanha/

VIRAR A PÁGINA OU FECHAR O LIVRO?

 Escolhas, sempre as escolhas.

Decidir o momento da virada, nem sempre é uma tarefa fácil, exige coragem, determinação e muita fé.

Toda a mudança gera um caos inevitável, que fará você dar aquela olhadinha para trás com saudade da sua zona de conforto. No entanto, passado o caos inicial, olhar pra frente é realizador.

E é no hoje, que sua vida vai se transformando, se realizando, se edificando.

Você vai fazendo escolhas e determinando o modo como quer que sua vida se ajeite lá na frente, mas é só no futuro que você realmente vive a concretização das suas escolhas.

Às vezes, apenas virar a página não é suficiente para seguir nossa vida de modo pleno, pois as coisas tendem a se repetir.

Os personagens se repetem, as histórias acabam com o mesmo fim – isso acontece por que você está repetindo o mesmo padrão de comportamento, e enquanto “se faz as mesmas coisas, sempre se terá o mesmo resultado”.

Nesse momento, é chegada a hora de “trocar o livro” e se arriscar em novas aventuras. Quem sabe até escrever um novo livro… sem padrões ou limites.

Pense sobre que história da sua vida você gostaria de contar. Reveja seus valores, suas crenças, seus hábitos, e siga arquitetando seu próprio caminho – essa responsabilidade é só sua!

Permita-se tomar novas decisões, viver mais livre, explorar seus potenciais. Aprendendo e sentindo como seus novos sentimentos e sentidos que irão surgindo e se manifestando frente a todas as novidades que agora você se expõe.
 Embarque nessa aventura, que é a sua vida de peito aberto – você pode realizar mudanças e transformações a qualquer momento (pode dar um passo pra trás e dois pra frente ou vice-versa), só depende da sua vontade e do seu desejo de realização.

Confie em você, confie em suas escolhas – ninguém sabe mais sobre sua vida, ou sobre o que é melhor para você, do que você mesmo.

Fonte do texto: postado por Paula Caputo no site: https://osegredo.com.br/2016/05/virar-pagina-ou-fechar-o-livro/

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

A VIDA É UMA VIAGEM! O DESTINO… QUEM SABE?

 Às vezes, a vida vem em flashes na cabeça. Retalhos. Sonhos que se realizaram. Ou não. Objetivos que alcançamos. Ou não. Amores correspondidos. Pessoas que amamos em silêncio. Gente que nos fez levantar depois de uma queda. Gente que nos fez cair. Frutos que deixamos. Sementes que plantamos. Palavras que nunca deveríamos ter dito. Outras que calamos por pensarmos demais. Aventuras. Riscos. Medos. Coragens. Viagens. Amigos. Tropeços. Erros. Acertos.

Um mundo de pequenos cacos de espelhos que refletem quem somos. Um dia, tudo isso passará. Deixaremos a Terra para voltar à casa verdadeira, como creem uns; ou para evaporar para sempre, como creem outros. Todos nós partiremos daqui um dia! Uns mais cedo, outros mais tarde.

Então, já que estamos aqui de passagem, mas, não por acaso, façamos a nossa estadia valer a pena. Vamos tentar ser luz nesse mundo onde ainda existe tanta escuridão. Assim, quando partirmos daqui, algo de nós permanecerá vibrando e brilhando dentro da alma e do coração daqueles que conseguirmos tocar com a nossa melhor parte.
 Cada uma de nossas menores ações encerram em si mesmas, escolhas, motivações e consequências. Ainda que não sejamos muito dados a grandes reflexões, nossas escolhas afetam diretamente aqueles que cruzam o nosso caminho. Nunca saberemos de verdade o tamanho da batalha que está sendo travada pelo outro no exato momento em que nossas vidas se esbarram. E, a julgar pela maneira como temos evoluído para uma raça que evita contatos e compromissos, é quase certo que deixaremos como herança uma cultura excessivamente desenvolvida no plano individual e perigosamente pobre na esfera coletiva.

Uma coisa é certa, nenhum de nós escapa de falhar. O erro é prerrogativa de outras conquistas de estirpe mais nobre, como a maturidade, o sucesso e a estabilidade. No entanto, enquanto não tivermos alguma afinidade com os tombos inevitáveis e os equívocos de percurso, jamais estaremos maduros para compreender o quanto é efêmero o sucesso e o quanto é ilusória a estabilidade.

Viver em busca de uma vida estável, protegida das intempéries do acaso é quase tão emocionante quanto abrir um pacote de figurinhas repetidas. A vida cujo maior objetivo é a estabilidade é exatamente isso: abrir um pacote de figurinhas repetidas, dia após dia. Nenhuma surpresa. Nenhuma perda. Nenhum ganho. Nada.

E não importa o tempo que durar, 20, 50 ou 100 anos, se todo o nosso propósito for encher gavetas de planos de felicidade para quando tivermos tempo, as gavetas ficarão abarrotadas e nossas vidas serão vazias. Por isso, sejamos um pouco menos previsíveis ou um muito mais atrevidos diante das escolhas que realmente valem a pena.
 O fato é que quando já tivermos colecionado alguns anos de vida, o que nos dará prazer verdadeiro serão os momentos que nos desestabilizaram; o inesperado de um beijo roubado, uma nota baixa para nos livrar do comodismo, um desafeto que virou amigo, um estado ridículo de paixão explícita, a reviravolta num jogo supostamente ganho, a coragem renascida por vencer um desafio aparentemente intransponível.
O que tem de mais bonito nessa viagem maravilhosa que é a vida é que o bilhete não tem destino certo. Vamos colecionando olhares, registrando paisagens, experimentando sabores estranhos até que entendemos, por fim, que uma grande jornada se faz com pequenas e profundas incursões para dentro de nós. Então, que a sabedoria nos alcance antes de nos tornarmos excessivamente sérios, a ponto de não sermos capazes de compreender que quase nada está sob controle. Ainda bem… Ainda bem!
Fonte do texto: postado por Ana Macarini no site: https://osegredo.com.br/2016/06/vida-e-uma-viagem-o-destinoquem-sabe/

JOGUE FORA TUDO AQUILO QUE ATRAPALHA O SEU CAMINHO…

 Jogue fora todas as palavras de desânimo e negatividade que ouvir enquanto caminha, as mágoas que guarda inutilmente, o medo de ser feliz, a falsa imagem que possui de si mesmo. É preciso acordar, todos os dias, com o propósito de alcançar o que se quer, com a intenção de rir e sorrir com sinceridade, junto às pessoas que tornam a vida especial e única.

***
Não é tão simples termos a certeza sobre o que deve ficar e o que deve ser jogado fora de nossas vidas, pois os sentimentos costumam nos trair quanto à sua relevância e real necessidade. Se não formos fortes o suficiente para tomarmos a decisão de ir em frente, de seguir adiante, deixando para trás o que nos emperra os passos, todos os dias, por mais que a vida diga não, pouco avançaremos. Mas é preciso jogar fora.

Jogue fora todas as palavras de desânimo e negatividade que ouvir enquanto caminha em direção ao que almeja. Não dê ouvidos àqueles discursos de que você não vai conseguir, porque isso não o fará feliz e será muito difícil. Acreditar em si mesmo requer que se ignorem conselhos pessimistas de pessoas que pararam no tempo e no espaço e desconhecem o que é lutar. Continue a caminhar.

Jogue fora a falsa imagem que possui de si mesmo, aquela que você insiste em manter a respeito de seu real valor e de todo potencial que existe dentro de si. Por que, afinal, você não seria capaz de conseguir, se tantos o conseguem? Nem ouse pensar que é menos do que alguém, em nenhum sentido; cada um de nós possui uma força própria e uma luz, capazes de clarear os passos em direção à realização dos sonhos. Continue a tentar.

Jogue fora as mágoas que guarda inutilmente e que nada mais fazem do que subtrair energia positiva e diminuir a cadência da vibração de seu viver. Muitas vezes, carregamos ressentimentos relacionados a pessoas que nem fazem mais parte do que estamos vivendo, que nem mais se lembram de nossa existência. Se elas seguem sem nós, sigamos nós também sem elas, pois, se elas podem, nós também podemos. Continue a esquecer.

Jogue fora esse medo de ser feliz. Muitos de nós não nos permitirmos a felicidade, como se ela não nos pertencesse, como se não merecêssemos sentir alegria. Assim, sempre que tudo corre bem, ficamos em estado de alerta, ressabiados, como se, a qualquer momento, aquilo tudo se desmoronará. Pare de correr da felicidade, deixe-a alcançar a sua vida, pois você merece, sim, sentir-se feliz e realizado, é isso que vale a pena. Continue a sorrir.
 É preciso acordar, todos os dias, com o propósito de alcançar o que se quer, com a intenção de rir e sorrir com sinceridade, junto às pessoas que tornam a vida especial e única. Desviar-se dos caminhos tortuosos, distanciar-se das pessoas conflitivas, não ser morada de coisa ruim, saber que a alegria é um direito seu, tudo isso é o que deverá ser guardado como preciosidades, junto ao coração. O resto é descartável e deve ser largado pelo caminho, enquanto a gente continua, sem hesitar, sempre em frente.

Fonte do texto: postado por Marcel Camargo no site: https://osegredo.com.br/2016/06/jogue-fora-tudo-aquilo-que-atrapalha-o-seu-caminho/

O QUE AFOGA NÃO É O MERGULHO, MAS PERMANECER DEBAIXO D’ÁGUA…

 O que afoga não é o mergulho, mas permanecer debaixo d’água.

Eu poderia escrever um texto inteiro somente com as belas lições que o livro “O Manual do Guerreiro da Luz” (Paulo Coelho) apresenta. Mas como resenha não é o objetivo deste artigo, detenho-me nesta maravilhosa frase que nos diz: “O que afoga alguém não é o mergulho, mas o fato de permanecer debaixo d’água.” Ela, por si, já nos faz refletir sobre os diversos aspectos da nossa batalha diária.

Muitas pessoas se lamentam por cair nos abismos da vida. Choram e esperneiam, maldizem Deus e o mundo inteiro.

Mas será que elas fazem o que tem que ser feito para sair do abismo?

Quem está nesse mundo aceitou correr os riscos e conhecer os abismos que o aprendizado põe à frente. Quem aceitou vir, aceitou lutar! Sim, pode parecer muito fácil falar, mas a verdade é que não há nada de errado com os abismos (problemas, doenças, decepções, etc.), o diferencial está na nossa atitude diante deles.

Quando Paulo Coelho nos diz que “permanecer debaixo d’água afoga”, ele usa o verbo permanecer para imprimir a ação que irá causar o afogamento. E essa ação é praticada por nós quando desistimos de lutar, quando não queremos mais buscar ajuda, quando ficamos “inertes” e entregues à tristeza e ao desolamento.

Portanto, a culpa não é do mergulho, pois há pessoas que constantemente mergulham em abismos e retornam deles fortalecidas. Nós mesmos já passamos por isso! Fomos e voltamos de tantas decepções, de tantas perdas e lágrimas, mas voltamos e recomeçamos tudo de novo.

Lembre-se: mergulhar em abismos é natural na condição de ser humano e falível em que nos encontramos. Ninguém é perfeito! Ninguém está isento dos erros (de hoje e do passado), mas cada um (e somente cada um) é responsável pelas próprias ações. Não há vítimas nem culpados.

Se você está neste momento no abismo ou debaixo d’água, não permaneça.

Saia dele antes que se afogue.

Fonte do texto: postado por Lidiane Franqui no site: https://osegredo.com.br/2016/06/o-que-afoga-nao-e-o-mergulho-mas-permanecer-debaixo-dagua/

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

COMO A VIDA MUDA COM A MORTE DOS PAIS…

 Depois da morte dos pais, a vida muda muito. Enfrentar a orfandade, inclusive para pessoas adultas, é uma experiência surpreendente. No fundo de todas as pessoas sempre continua vivendo aquela criança que pode correr para a mãe ou o pai para se sentir protegido. Mas quando eles vão embora, essa opção desaparece para sempre.

Você irá deixar de vê-los, não por uma semana, nem por um mês, e sim pelo resto da vida. Os pais foram as pessoas que nos trouxeram ao mundo e com quem você compartilhou o mais intimo e frágil. Já não estarão presentes aqueles seres pelos quais, em grande parte, chegamos a ser o que somos.

“Quando um recém-nascido aperta com sua pequena mão, pela primeira vez, o dedo do seu pai, este fica preso para sempre.”-Gabriel García Márquez-


A morte dos pais: entre falar dela e vivê-la, existe um grande abismo…

Nunca estamos plenamente preparados para enfrentar a morte, ainda mais quando se trata da morte dos pais. É uma grande adversidade que dificilmente pode ser superada totalmente. Normalmente, o máximo que se consegue é assumi-la e conviver com ela. Para superá-la, pelo menos em teoria, deveríamos entendê-la, mas a morte, no sentido estrito, é totalmente incompreensível. É um dos grandes mistérios da existência: talvez o maior.

Obviamente, a forma como assimilamos as perdas tem muito a ver com a forma como aconteceram.Uma morte das chamadas por “causas naturais” é dolorosa, mas um acidente ou um assassinato é muito mais. Se a morte tiver sido precedida por uma longa doença, a situação é muito diferente de quando acontece de forma súbita.

Também influencia o tempo entre a morte de um de outro: se houve pouco tempo, o luto será mais complexo. Se ao contrário, o lapso for mais extenso, certamente a pessoa estará um pouco melhor para aceitá-lo.

Não apenas é o corpo que se vai, e sim todo um universo. Um mundo feito de palavras, de carícias, de gestos. Inclusive, de repetidos conselhos que às vezes irritavam um pouco e de “manias” que nos faziam sorrir ou esfregar a cabeça porque os reconhecemos nelas. Agora começam a se fazer sentir ausentes de uma forma difícil de lidar.

A morte não avisa. Pode ser presumida, mas nunca anuncia exatamente quando irá chegar. Tudo se sintetiza em um instante e esse instante é categórico e determinante: irreversível. Tantas experiências vividas ao lado deles, boas e ruins, se estremecem de repente e ficam somente em lembranças. O ciclo se cumpriu e é hora de dizer adeus.
“O que está, sem estar”…

Em geral, pensamos que esse dia nunca chegará, até que chega e se faz real. Ficamos em estado de choque e vemos apenas uma caixão, com o corpo rígido e quieto, que não fala e não se move. Que está ali, sem estar ali…
 Porque com a morte começam a ser compreendidos muitos aspectos da vida das pessoas falecidas. Aparece uma compreensão mais profunda. Talvez o fato de não ter as pessoas queridas presentes suscita em nós o entendimento sobre o porquê de muitas atitudes até então incompreensíveis, contraditórias ou mesmo repulsivas.

Por isso, a morte pode trazer consigo um sentimento de culpa frente a aquele que morreu. É preciso lutar contra esse sentimento, já que não acrescenta nada e afunda em mais tristeza, sem poder remediar nada. Para que se culpar se você não cometeu nenhum erro? Somos seres humanos e acompanhando essa despedida, precisa existir um perdão: do que se vai para com aquele que fica ou do que fica para com aquele que se vai.
Aproveite-os enquanto puder: não estarão aí para sempre…

Quando os pais morrem, independentemente da idade, as pessoas costumam experimentar um sentimento de abandono. É uma morte diferente das outras. Por sua vez, algumas pessoas se negam a dar a importância que o fato merece, como mecanismo de defesa, em forma de uma negação encoberta. Mas esses lutos não resolvidos retornam em forma de doença, de fadiga, de irritabilidade ou sintomas de depressão.

Os pais são o primeiro amor. Não importa quantos conflitos ou diferenças tenham existido com eles: são seres únicos e insubstituíveis no mundo emocional. Mesmo sendo autônomos e independentes, mesmo que o nosso relacionamento com eles tenha sido tortuoso. Quando já não estão, passa a existir uma sensação de “nunca mais” para uma forma de proteção e de apoio que, de uma forma ou de outra, sempre esteve ali.

Fonte do texto: postado por A mente é Maravilhosa no site: https://osegredo.com.br/2016/06/como-vida-muda-com-morte-dos-pais/

domingo, 22 de janeiro de 2017

CORTANDO O CORDÃO UMBILICAL: OS PROBLEMAS DE SUA FAMÍLIA NÃO SÃO SEUS

 A família é nosso primeiro meio social, é onde construímos e nutrimos nossas primeiras relações e também onde iniciamos nosso desenvolvimento do Eu.

Os vínculos costumam se desenvolver de forma intensa, por vezes nos tornando cuidadores e defensores de nossa família.

Acontece que muitas vezes esses laços se constituem de forma a não estabelecer limites a essas relações, tornando-as disfuncionais.

Família disfuncional? O que é? “Uma família disfuncional é aquela que responde as exigências internas e externas de mudança, padronizando seu funcionamento. Relaciona-se sempre da mesma maneira, de forma rígida não permitindo possibilidades de alternativa. Podemos dizer que ocorre um bloqueio no processo de comunicação familiar”. Fonte: Boa Saúde

Em muitos casos um familiar responsabiliza-se por resoluções de problemas e conflitos que não deveriam ser de sua preocupação. Veja alguns que estão recentes em minha mente.
Filho que assumiu a posição de ‘chefe da casa’ após separação conturbada dos pais. Além de cuidar de si e de suas questões ‘adolescentes’, o filho sente-se na obrigação de cuidar da mãe e educar o irmão mais novo;
Filho de pais que vivem em meio a separações e ameaças de divórcio. O filho vira mecanismo de reconciliação/separação do casal, sendo peça fundamental para que um ciclo briga-separa-volta se mantenha a todo vapor;
Filha mais velha e adulta sente-se responsável por dar suporte a sua mãe (que criou a filha parte da infância sozinha), seja financeira ou emocionalmente. Tornando-se refém dos problemas da mãe, que são normalmente resolvidos pela filha ou não resolvidos para se manter esse tipo de relação;
Irmã que sente-se responsável por cuidar dos irmãos e já na fase adulta continua a resolver os conflitos e arcar com despesas financeiras dos irmãos;
Mãe que, apesar dos filhos já serem adultos e estarem casados, sente-se responsável por conduzir a vida dos filhos e assumir despesas e responsabilidades deles;

Ao expor os exemplos acima não me refiro a situações isoladas ou casos específicos. Me refiro a ciclos repetitivos que adoecem as relações e sobrepõem responsabilidades individuais, transferindo-as ao outro.

Em casos como os já citados todos têm prejuízos em suas vidas. Uma pessoa sobrecarrega-se, outra não amadurece, mantendo uma relação imatura, sem espaço para desenvolvimento com intuito de melhora.

Para alguns pode ser visto como prova de amor, mas não. Amor baseia-se em troca, respeito mútuo e limites. Estipular limites sim é uma prova de amor, amor ao outro e a si mesmo.

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2016/02/cortando-o-cordao-umbilical-os-problemas-de-sua-familia-nao-sao-seus/

NUMA SOCIEDADE QUE HUMILHA, OS GENTIS AINDA ENCONTRAM SEUS CAMINHOS…

 Não bastassem os bullings da infância e as dificuldades de sermos aceitos na fase adolescente, com o tempo percebemos que durante toda a vida iremos encontrar pessoas e situações com alto potencial e desejo de nos humilhar. Não importa em que idade estejamos, estaremos sempre sujeitos a passar por esse tipo desagradável de situação. Infelizmente faz parte da sociedade em que vivemos.

A dureza com que algumas pessoas foram tratadas em suas próprias vidas se perpetuam nelas mesmas, se elas não trabalham emocionalmente os traumas e frieza sofridos em determinadas experiências. Temos de olhar para elas com compaixão, para que nós mesmos não permitamos ser alvo de suas humilhações. Só assim se quebra a corrente.

Ser humilhado nunca é bom, mas ainda assim podemos aprender algumas lições. Quem é que humilha? E por quê? O que esta por trás da história desta pessoa, para que ela se sinta bem agindo desta forma?

Quando conseguimos analisar a situação desta maneira, saímos da experiência com muito mais do que uma desagradável sensação, mas com lições sobre como o ser humano recria através de si mesmo o que ele vivenciou. E prestar atenção a este fato é o que nos permite fazer e ser diferente.

Na minha experiência como estrangeira, por exemplo, percebi que podia ser humilhada por não pertencer à uma raça, ainda que carregasse em mim a mesma ancestralidade. Certa vez numa entrevista de emprego, um homem inglês fez questão de me dizer que não me contrataria, porque meu inglês tinha um sotaque alemão e vice-versa. Mas o tom e a expressão com que me dera esta informação deixavam claro sua vontade de se mostrar superior. E por mais incrível que a mim pareça, já houve quem tentasse me diminuir pelo fato de eu ser escritora. Ou ainda por não ter um poder aquisitivo mais desejável.

Entendi que tudo o que somos ou o que temos pode ser argumento de humilhação no entendimento de outras pessoas, se elas se sentem dispostas à isso. Ainda que seja um ponto positivo, uma qualidade ou um talento, o que sobressai para um determinado tipo de pessoa é o desejo de se mostrar superior e na atitude de tentar diminuir o outro.

Por mais bonito que alguém seja, esta mesma pessoa poderá ser humilhada por sua aparência. Ou por mais conhecimento que se tenha, alguém pode ser diminuído por um único detalhe que não demonstrou conhecer a fundo. Alguém que tem dinheiro pode vir a ser humilhado por não ter classe e assim por diante. O que quero dizer é que não importa o quanto se tenha ou o quanto se seja, quem quer humilhar sempre encontrará seus meios para isso. E vivemos numa sociedade onde este comportamento e desejo é compactuado por um grande número de pessoas.

O que muda é a forma como se reage nos momentos de humilhação. Entender que o problema não é realmente meu e sim do outro. Existe uma grande diferença entre uma crítica construtiva e humilhação. Quem quer ensinar alguma coisa também saberá a forma de conduzir este ensinamento. Já o que pretende mostrar superioridade mostrará nos olhos, na voz e na face as suas intenções negativas, ainda que com naturalidade.

Não há como fugir ou escapar de momentos de humilhação durante toda uma vida. Mas a partir do momento que entendemos quem somos de verdade, nossos defeitos e qualidades, passamos a compreender também até que ponto o outro pode nos afetar com suas opiniões destrutivas.

O humilhar do outro se transforma numa lição extrema de tolerância, paciência e força, quando não nos deixamos atingir e menos ainda revidamos. Permitimos à nós mesmos o crescer diante de algo ruim e não damos continuidade àquilo que machuca.

Se compreendendo isto, o meu silêncio se torna a gentileza que o humilhador não teve. É bem possível que ele nunca venha a reconhecer o fato. Mas a vida nos trás de volta aquilo que geramos.

E não reagir à algo ruim, é gerar algo bom para si mesmo em primeiro lugar. E depois para toda uma sociedade, que de gentileza tanto necessita.

Fonte do texto: postado por Carolina Vila Nova no site: https://osegredo.com.br/2016/06/numa-sociedade-que-humilha-os-gentis-ainda-encontram-seus-caminhos/

A SUA VIDA COMEÇARÁ A MUDAR QUANDO VOCÊ PARAR DE ESPERAR…

 Frequentemente dizem que esperar sempre vale a pena, que é preciso ter paciência porque as coisas sempre acabam chegando. Agora, não podemos cair no extremo de deixar a nossa existência em “stand-by”, deixando que o presente escape.

Segundo uma pesquisa publicada na revista Boston Globe, as pessoas, especialmente os jovens, sempre procuram gratificações imediatas porque carecem de paciência de curto prazo. Contudo, no que se refere à proteção do futuro e realização de metas, a “necessidade do imediatismo” não é tão intensa. Somos capazes de esperar longos períodos até que a nossa hora chegue.

Às vezes a ansiedade de esperar muito alguma coisa traz como conseqüência a desilusão de que esse algo não seja o que esperávamos.

A sua vida começará a mudar na hora em que você deixar de esperar e adequar suas expectativas à realidade. Precisamos ser agentes ativos do nosso presente, criadores de novos pensamentos e emoções que incentivem ações diferentes.
Quando esperar se transforma em uma escolha voluntária
 Há quem faça da sua própria existência uma sala de espera eterna onde tudo se sonha, mas onde nada nunca chega. Ao contrário, outras pessoas fazem uma retroalimentação muito negativa frente a esses estados de adiamento da recompensa ou esse objetivo vital.

Fica claro que nem todos enfrentamos do mesmo jeito estas situações de espera: alguns se desesperam e outros se acomodam. Neste segundo caso estaria o conceito que muitos costumam definir como “um mal moderno”: a procrastinação.
A procrastinação é o ato de postergar de forma sistemática aquelas tarefas que deveríamos fazer.
É um fenômeno social e psicológico que nem sempre tem a ver com a simples preguiça, vai mais além dessa ideia e explica também o hábito de atrasar ou reagendar atividades ou projetos, esperando que o futuro os resolva.
O “procrastinador” costuma superestimar o tempo que tem para realizar uma tarefa ou projeto.Pensa que é melhor esperar a hora certa que, obviamente, nunca é o “aqui e agora”.
É preciso considerar que a procrastinação também acontece com pessoas muito ativas que se deleitam tendo ideias, mas que nunca a realizam porque. quando chega a hora, já mudaram de opinião e têm outro objetivo em mente.

As coisas nunca vêm por si sós, é possível que o destino traga um pouco de sorte em determinado momento, mas isso não é muito freqüente. O futuro não resolve as coisas se nós não propiciarmos antes o movimento, a ação e o próprio desejo da mudança. Deixe de esperar e a sua realidade será diferente.

Vive-se melhor sem esperar nada de ninguém e esperando tudo de si mesmo.
Pare de viver em “stand-by”: seja autor da sua realidade

Apesar de León Tólstoi ter dito que tudo chega para quem sabe esperar, viver em “stand-by” pode fazer a pessoa cair em um estado de frustração e desamparo muito desesperador.
 Uma pesquisa publicada na revista Psychological Science em 1997 advertia que é perigoso postergar as coisas e se limitar a esperar que o próprio futuro traga os nossos objetivos por si só.

Precisamos ser agentes ativos da nossa realidade, e por isso é preciso considerar estas ideias:

Deixe de colocar as suas expectativas somente no amanhã: não queremos dizer com isto que não devamos considerar o futuro, mas para que o futuro que sonhamos seja factível é preciso agir no aqui e agora.
Deixe de esperar tantas coisas dos outros: colocar expectativas elevadas naqueles que nos rodeiam nos traz sofrimento. Espere resultados de si mesmo, tome uma atitude realista sobre o que está no seu entorno e permita-se ser receptivo em vez de exigente com aqueles que o rodeiam.
Não existe uma vida perfeita, mas sim um estado no qual você pode ser feliz. Com esta ideia, resume-se mais uma vez o perigo de estabelecer expectativas elevadas. A perfeição não existe, mas sim esse equilíbrio maravilhoso no qual você pode ser você mesmo e se sentir orgulhoso do que tem.
Treine a sua capacidade de agir e decidir sem medo. Ser protagonistas da nossa história nos obriga a ser agentes ativos de contínuas transformações que devemos realizar sem temor.

 Às vezes passamos o tempo sonhando com um futuro que, quando chega, não nos traz nada de novo.Então voltamos a esperar, a projetar. Em vez de nos frustrarmos, deveríamos ser capazes de iniciar a mudança, desenhar um plano, sair da zona de conforto, tocar a lua com a ponta dos dedos sempre que for possível…

Fonte do texto: publicado por A mente é maravilhosa no site: https://osegredo.com.br/2016/06/sua-vida-comecara-mudar-quando-voce-parar-de-esperar/

A RAIVA ADOECE – COMO CONTROLAR AS EMOÇÕES E DEIXAR DE TER RAIVA O TEMPO TODO:

 A raiva é um dos piores sentimentos, pois, além de contaminar a alma, ela também machuca outras pessoas.

Neste post, ensinaremos algumas medidas que você pode tomar para acabar com esse problema.

Há pessoas que sentem raiva com muita facilidade, causando mal-estar e contaminando o ambiente com energias ruins.

Todos nós sabemos que ela é capaz de nos cegar a ponto de tomarmos decisões, geralmente pouco inteligentes, por impulso.
Veja que medidas devem ser tomadas:

1. Reflita sobre a pessoa que lhe causou raiva

Quando levamos em consideração que cada um tem personalidade própria, pensa e age diferente de nós, então somos capazes de ser mais tolerantes.

Reflita sobre o amor incondicional que devemos ter pelas pessoas e sempre procure esclarecer os fatos para evitar qualquer mal-entendido.

2. Saiba respeitar opiniões contrárias

Estamos vivendo uma fase muito delicada: as pessoas estão cada vez mais intolerantes e incapazes de ouvir argumentos diferentes do que acreditam.

Frequentemente amigos se excluem em redes sociais e este é o retrato de uma sociedade imatura.

Devemos entender que quem pensa diferente nem sempre é o nosso inimigo ou um opressor.

A dica é fugir de brigas ou assuntos que você não é capaz de debater saudavelmente.

3. Tenha amor incondicional

Há quem vive chegando atrasado, quem nunca sorri, quem é sensível demais ou quem sempre está de mau humor.

Essas características tendem a nos irritar, mas devemos trabalhar nossa mente para que não entremos em conflitos que só nos farão mal.

As limitações dos outros não devem afetar nossa saúde e bem-estar.

Quando você passar por alguma experiência ruim, procure pensar no valor que aquela pessoa tem e a ame independentemente das falhas.

4. Evite conflitos

Muitas vezes nós mesmos procuramos o confronto com ações agressivas.

Seja no trabalho, seja em casa, seja em qualquer outro lugar.

Qual o resultado disso?

Quase sempre, muito desgaste emocional e um desperdício de tempo.

Se você não gosta de como algumas pessoas trabalham, se conhece alguém que só critica você, evite o conflito.

Antecipe-se e evite situações que só vão lhe trazer aborrecimentos.

5. Dialogue

Com diálogo sincero e o coração aberto, nós podemos criar pontes entre as pessoas – não há nada mais saudável do que isso.

Procure dizer o que pensa e tome cuidado com as palavras e o tom de voz que usa.

Se você não consegue se expressar bem falando, escreva uma mensagem, mas não deixe de dizer o que incomoda, pois isso ajuda a resolver problemas e evita mal-entendidos.

Fonte do texto: postado por Cura pela Natureza no site: https://osegredo.com.br/2016/06/raiva-adoece-como-controlar-as-emocoes-e-deixar-de-ter-raiva-o-tempo-todo/

sábado, 21 de janeiro de 2017

PARA QUEM QUISER JULGAR MEU CAMINHO, EMPRESTO MEUS SAPATOS!

 Quantas vezes você já teve que lidar com o julgamento alheio? Além de enfrentar todas as dificuldades diárias, também precisamos, às vezes, “engolir sapos” e carregar o peso da opinião de terceiros sobre o que fazemos ou deixamos de fazer.

***
Dizer que isso simplesmente não nos afeta pode, às vezes, não ser verdade.

Fazer ouvidos surdos a esses comentários, que ousam julgar nossas ações, nem sempre é fácil. Sobretudo se vêm da boca de pessoas importantes para nós: nossa família, amigos, professores, chefes, pessoas que consideramos autoridades e cuja opinião respeitamos.

Um verdadeiro amigo ou familiar não se atreveria a nos julgar sem conhecer a fundo nossas emoções ou todos os momentos vividos que carregamos sobre os ombros e em nosso coração.

Empreste seus sapatos, porque ninguém melhor do que você para conhecer a dor dos caminhos percorridos, os rios que teve que atravessar, as dificuldades que precisou enfrentar, às vezes sem pedir ajuda a ninguém… Hoje, convidamos você a refletir sobre isso. 


O caminho que construímos e que 
nos definem 
 Você não é apenas essa pessoa que vê refletida no espelho. Não é apenas sua forma de vestir, ou as palavras que profere às outras pessoas.

Você é o seu caminho percorrido durante a vida, todas as suas experiências vividas e integradas no fundo do seu ser… Ninguém melhor do que você para saber o que motiva suas ações.

A própria pessoa apenas sabe o que teve que superar, suas decepções, dores, derrotas ou vitórias e o preço que pagou por cada uma. Então, por que algumas pessoas ousam, às vezes, a nos julgar sem saber, como se fossem donas de uma sabedoria universal?

Dois motivos comuns:

— As pessoas acostumadas a julgar os outros geralmente são as mais frustradas na vida.
— São pessoas insatisfeitas consigo mesmas que projetam sua necessidade de controle e intervenção nas vidas alheias.

É comum que muitos de nossos familiares tenham o hábito de nos julgar: “Você é muito ingênua, por isso que essas coisas acontecem com você”; “Você precisa amadurecer e enfrentar a vida como ela é”.

Julgam-nos com a intenção de nos ajudar e nos oferecer ensinamentos, mas na realidade nos desejam “encaixar” na maneira como eles pensam, de acordo com o que acham certo, errado ou mais adequado para nós.

Às vezes, quem julga seu caminho busca justificar a sua própria vida, desacreditando as outras pessoas. Diminuindo as escolhas dos outros. Infelizmente, isso é muito frequente.
Crítica construtiva sim, julgamento, não

Na realidade, quando essas pessoas nos julgam, não usam argumentos válidos, que sejam construtivos. Quase sempre buscam o ataque, a afronta ou o desprezo. Seus raciocínios são muito limitantes.

O que falta a esses “juízes” que adoram julgar os outros é a autocrítica. Não são capazes de valorar os seus próprios atos, suas palavras, para perceber que também cometem erros e que são capazes que causar danos a outras pessoas. Limitam-se a projetar suas críticas em outras pessoas.

Em geral, pessoas acostumadas a julgar nosso caminho não têm uma vida autêntica, com sonhos, paixões, amores e afetos que as ajudem a relativizar as coisas e abandonar o hábito de focar tanto na vida dos outros.

Como se defender dos julgamentos alheios?
 Frequentemente, dizemos a nós mesmos: “isso não me afeta”. Pode ser verdade, sobretudo quando o julgamento vem de um colega de trabalho ou de alguém com o qual não temos um vínculo mais íntimo. Esqueceremos com facilidade.

Mas o que acontece quando um amigo, seu companheiro ou um familiar julga o seu caminho?

Nestes casos, é comum que nos sintamos ofendidos e até mesmo feridos. A primeira coisa a fazer é manter a calma e refletir a respeito das seguintes afirmações, que servem para proteger nossa autoestima:

— “Eu sei quem eu sou, sei o que já superei e tenho orgulho por cada passo do caminho, por cada aprendizado que obtive a partir de meus erros”.

— “Apenas eu tenho o direito de me julgar, porque somente eu sei como me sinto e o quanto sou feliz com minha maneira de ser e com tudo o que consegui até hoje”.

Após haver reafirmado sua autoestima, evite revidar com comentários hostis, prejudiciais, vingativos. Se demonstrarmos desprezo ou raiva, será mais difícil superar os sentimentos negativos, e eles farão ainda mais dano.

Expresse sua decepção. Deixe claro que ninguém tem o direito de julgar você assim e que o simples fato de fazê-lo demonstra que não o conhecem bem. Portanto, é como se fosse uma traição, nos casos mais abusivos, quando a outra pessoa tem o objetivo de controlar, manipular ou usar você de alguma maneira.

Liberte-se de relacionamentos opressivos
 Quem se atreve a criticar seus caminhos e suas experiências sem uma intenção pura de realmente desejar o seu bem, prova que não é um bom companheiro de viagem. E não importa que seja sua mãe, irmão, irmã, marido ou esposa.

Quem não aceita que, em alguma ocasião, você cometeu um erro e o julga por isso sente na verdade muita falta de amor por si mesmo e não se perdoa por seus próprios erros. Quem se vê como alguém que nunca comete erros ou toma decisões ruins carece de autocrítica e de empatia.

Se no dia a dia você apenas recebe julgamentos das pessoas ao redor, no fim, se sentirá escravizado pelas opiniões alheias. Não permita isso.

Nesses casos, será bom refletir se não vale mais a pena se distanciar de quem é incapaz ou não quer ver o seu valor, a luz que você transmite e a inteireza de sua vida.

Fonte do texto: Melhor com saúde - via: https://osegredo.com.br/2016/06/para-quem-quiser-julgar-meu-caminho-empresto-meus-sapatos/