segunda-feira, 26 de setembro de 2016

9 COISAS QUE APRENDI SOBRE "NÃO RESOLVER OS PROBLEMAS DOS OUTROS"

O sentimento de satisfação que temos ao ajudar o outro é realmente muito gratificante. Nos sentimos em paz conosco mesmos e o sorriso das pessoas ao nosso redor cria uma nuvem de positividade da qual nunca queremos nos afastar.

No entanto, viver nos pede olhos otimistas para reconhecer as pequenas belezas do dia a dia bem como força para enfrentar as dificuldades. É por isso que tentar resolver os problemas dos outros pode causar muitos transtornos e ainda impedir o crescimento de quem você ama.
Vamos entender melhor o porquê?

1. AS PESSOAS SÃO DIFERENTES.

Por isso, toda vez que você se pegar pensando “a vida desta pessoa seria muito melhor se…”, lembre-se de que essa é a vida dela e não a sua.Por mais que você queira ajudar, a perspectiva dela sobre o mundo é diferente da sua e projetar expectativas sobre o outro não vai ajudá-lo nem um pouco.

2. VOCÊ NÃO PODE RESOLVER O PROBLEMA DE PESSOAS QUE NÃO QUEREM TER SEUS PROBLEMAS RESOLVIDOS.

Como assim? Simples: há pessoas que, literalmente, cultivam seus problemas e se apegam a eles de tal maneira que já não conseguem mais se ver sem aquele algo sobre o qual se lamentar.Quanto a você… bem, você não pode mudar ninguém. A única coisa que você pode fazer é aceitar (que dói menos, como a sabedoria popular já diz) e amar essa pessoa do jeitinho que ela é.

3. TENTAR “RESGATAR” ALGUÉM PODE TE AFUNDAR.

E a partir do momento que você afundar em problemas que não são seus, você os transforma em seus também. Você se envolve com tanta profundidade que passa a viver em função da vida do outro, esquecendo-se de si mesmo.Resultado? Ninguém ajuda ninguém!

4. POTENCIAL SIGNIFICA “PODER”, NÃO “QUERER”.

Não é porque você acha incrível a maneira como determinada pessoa se expressa que você vai tentar convencê-la de que está na profissão errada. Ou então que deveria fazer um intercâmbio. Ou que poderia abrir um novo negócio.
Não é porque ela é muito inteligente que você tem a “obrigação de amigo” de informá-la que ela simplesmente não pode cursar uma graduação tão simples ou abandonar o mestrado ou deixar a presidência de uma grande empresa. Mais uma vez: a vida não é sua. Portanto, não cuide dela!

5. AJUDAR NÃO SIGNIFICA RESOLVER.

Você pode, sim, ajudar um amigo(a), companheiro(a) ou familiar com uma boa conversa, demonstrando como você é grato por sua companhia, convidando-o para almoçar e até dizendo o quão especial ele(a) é na sua vida.O que você não pode é se sentir na obrigação de tomar as rédeas da vida da pessoa e organizá-la sozinho; mesmo que ela queira, mesmo que ela peça, mesmo que ela implore.
Com essa atitude você só vai desestimulá-la a acreditar no seu próprio potencial e vai torná-la dependente de você para sempre. Se é isso o que você deseja, procure um psicólogo – isso é carência!

6. VOCÊ NÃO PRECISA QUE O OUTRO SEJA FELIZ PARA SER FELIZ!

Parece simples, mas pode ser que o seu desespero para ajudar as pessoas seja reflexo do depósito de expectativas que você coloca sobre ela. Lembre-se: você não precisa que o outro seja feliz para ser feliz!
É claro que compartilhar alegrias é uma forma maravilhosa de viver nossas relações, mas como já sabemos, felicidade não vem de fora: ela parte de dentro de nós. Se a pessoa a quem você quer ajudar não consegue ser feliz, isso é um problema dela, não seu.
Por mais que te doa ler isso, respire fundo, olhe para dentro e simplesmente sorria sinceramente para si mesmo. Se você for capaz disso, será capaz de inspirar quem ama a ser feliz como você, e isso vale muito mais do que servir de muleta aos outros.

7. CUIDAR DE SI MESMO AJUDA MAIS DO QUE VOCÊ IMAGINA!

E cuidar de si mesmo exige tempo e dedicação. Para dizer a verdade, até um pouquinho de egoísmo. Não adianta você varrer os seus próprios problemas para debaixo do tapete e correr na casa da comadre para lhe dar conselhos. Sua hipocrisia só vai fazer adoecer a você mesmo, ao seu amigo e à relação de vocês.
Seja sincero, encare suas dificuldades, olhe para o seu interior e, quando tudo estiver em harmonia (não necessariamente perfeito), a sua energia positiva será o suficiente para inspirar todos ao seu redor.

8. PROBLEMAS NÃO SÃO NECESSARIAMENTE COISAS RUINS.

Eles nos ajudam a crescer e a entender que a vida não é um mar de rosas, como minha avó já preconizava. É preciso ter o discernimento para perceber que “shit happens” (merdas acontecem) e que ninguém é obrigado a ser feliz o tempo inteiro (Wander Wildner já dizia).
A partir do momento que você entender isso, perceberá que as dificuldades precisam acontecer para que nós amadureçamos e aprendamos a desapegar: afinal de contas, ao contrário do que a nossa sociedade consumista prega, nada é para sempre.

9. VOCÊ NÃO PODE MUDAR AS PESSOAS, APENAS AMÁ-LAS.

Você não é melhor do que ninguém, aceite isso. Consequentemente, não pode mudar as pessoas, nem resolver seus problemas, muito menos julgar o que é bom ou não para ela.
Se nos lembrarmos do ditado popular “cada macaco no seu galho”, podemos pensar apenas em dar uma passadinha no galho do colega para doar um pouquinho do nosso amor e voltar logo para o nosso próprio para não quebrar o de ninguém e acabar estrebuchado no chão!

Fonte: http://www.sentimentosemfrases.com/9-coisas-que-aprendi-sobre-nao-resolver-os-problemas-dos-outros/

A OPINIÃO DOS OUTROS

Você se importa com a opinião que os outros têm a seu respeito?
Se a sua resposta for não, então você é uma pessoa que sabe de si mesma.
Que se conhece. É auto-suficiente.
No entanto, se a opinião dos outros sobre você é decisiva, vamos pensar um pouco sobre o quanto isso pode lhe ser prejudicial.
O primeiro sintoma de alguém que está sob o jugo da opinião alheia, é a dependência de elogios.
Se ninguém disser que o seu cabelo, a sua roupa, ou outro detalhe qualquer está bem, a pessoa não se sente segura.
Se alguém lhe diz que está com aparência de doente, a pessoa se sente amolentada e logo procura um médico.
Se ouve alguém dizer que está gorda, desesperadamente tenta diminuir o peso.
Mas se disserem que é bonita, inteligente, esperta, ela também acredita.
Se lhe dizem que é feia, a pessoa se desespera.
Principalmente se não tem condições de reparar a suposta feiúra com cirurgia plástica.
Existem pessoas que ficam o tempo todo à procura de alguém que lhes diga algo que as faça se sentir seguras, mesmo que esse alguém não as conheça bem.
Há pessoas que dependem da opinião alheia e se infelicitam na tentativa de agradar sempre.
São mulheres que aumentam ou diminuem seios, lábios, bochechas, nariz, para agradar seu pretendido. Como se isso fosse garantir o seu amor.
São homens que fazem implante de cabelo, modificam dentes, queixo, nariz, malham até à exaustão, para impressionar a sua eleita.
E, quando essas pessoas, inseguras e dependentes, não encontram ninguém que as elogie, que lhes diga o que desejam ouvir, se infelicitam e, não raro, caem em depressão.
Não se dão conta de que a opinião dos outros é superficial e leviana, pois geralmente não conhecem as pessoas das quais falam.
Para que você seja realmente feliz, aprenda a se conhecer e a se aceitar como você é.
Não acredite em tudo o que falam a seu respeito. Não se deixe impressionar com falsos elogios, nem com críticas infundadas.
Seja você. Descubra o que tem de bom em sua intimidade e valorize-se. Ninguém melhor do que você para saber o que se passa na sua alma.
Procure estar bem com a sua consciência, sem neurose de querer agradar os outros, pois os outros nem sempre dão valor aos seus esforços.
A meditação é excelente ferramenta de auto-ajuda. Mergulhar nas profundezas da própria alma em busca de si mesmo é arte que merece atenção e dedicação.
Quando a pessoa se conhece, podem emitir dela as opiniões mais contraditórias que ela não se deixa impressionar, nem iludir, pois sabe da sua realidade.
Nesses dias em que as mídias tentam criar protótipos de beleza física, e enaltecer a juventude do corpo como único bem que merece investimento, não se deixe iludir.
Você vale pelo que é, e não pelo que tem ou aparenta ser.
A verdadeira beleza é a da alma.
A eterna juventude é atributo do Espírito imortal.
O importante mesmo é que você se goste. Que você se respeite. Que se cuide e se sinta bem.
A opinião de alguém só deve fazer sentido e ter peso, se esse alguém estiver realmente interessado na sua felicidade e no seu bem-estar.
Pense nisso!
Nenhuma opinião que emitam sobre você, deve provocar tristeza ou alegria em demasia.
Os elogios levianos não acrescentam nada além do que você é, e as críticas negativas não tornarão você pior.
Busque o autoconhecimento e aprenda a desenvolver a auto-estima.
Mas lembre-se: seja exigente para consigo, e indulgente para com os outros.
Eis uma fórmula segura para que você encontre a autoconfiança e a segurança necessárias ao seu bem-estar efetivo.
E jamais esqueça que a verdadeira elegância é a do caráter, que procede da alma justa e nobre.
Pense nisso, e liberte-se do jugo da opinião dos outros.

Autor: Redação do Momento Espírita.

sábado, 24 de setembro de 2016

SOBRE AUTOSSABOTAGEM: CRENÇAS NEGATIVAS!

É sabido que aplicamos diversos paradigmas diariamente em nossa vida, no intuito de facilitá-la. Absolutamente normal isso, uma vez que, se precisássemos pensar a cada instante para tomar decisões e fazer julgamentos, classificar e discriminar coisas e situações, levaríamos muito tempo.

E é aí que mora o problema.

Nossa vida é estruturada através de crenças, quer nos demos conta ou não disso. Desde pequeno, em seu seio familiar, você está acostumado a ouvir coisas das quais não poderia fazer julgamento e saber se era bom ou ruim. Por exemplo: você é muito inteligente, você é muito tímido, trabalhar é ruim, lave as mãos depois que pegar em dinheiro… Afirmações desse tipo acabam moldando os resultados que teremos em nossas vidas, caso não “desaprendamos” isso com as experiências posteriores.

Existe a chance de que as experiências que possamos vir a ter nos ajudem a mudar determinadas crenças e substituí-las por novas – melhores, que ampliem seu leque de boas possibilidades ­ – ou mesmo reforçar as antigas. Só podemos ter controle sobre elas a partir do momento em que tomamos consciência de quais crenças nos prejudicam e quais no impulsionam para que alcancemos objetivos.

Hoje, o que te incomoda em sua vida? Você costuma culpabilizar o mundo externo pelo que acontece com você sempre da mesma forma, em uma situação parecida?

É hora de investigar quais crenças atuam em sua vida.

Para início de conversa, toda crença é limitante e mapa não é território.

As crenças sempre nos limitaram em um aspecto e nos impulsionaram em outro. A questão é que devemos desenvolver a habilidade de dosar as crenças para que alcancemos nossos tão almejados sonhos, ou a melhora em nossa qualidade de vida.

Quando falo em mapa, me refiro justamente ao modelo de mundo que carregamos dentro de cada um de nós. Isso significa que o modelo representacional que você possui de família, trabalho, relacionamentos, etc, jamais poderá ser entendido como a mais pura realidade. A realidade é o que você acredita que ela é, portanto, você utiliza o seu “mapa” para o guiar em sua jornada pela vida. A cada etapa da vida, acabamos percebendo que é necessário ampliar e modificar esse mapa, tornando-o mais repleto de boas possibilidades.

Para saber quais crenças não estão funcionando, basta olhar para sua vida e identificar o que não o está deixando feliz. Antes de qualquer nova atitude, vale ressaltar que cada um agirá a seu modo e a seu tempo: o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra.

Toda a crença começa com um uma condicional: “ se eu fizer isso…”, “ Eu tenho que…”, “eu acho que…” mas será verdade? E se você resolvesse testar cada crença negativa que tem e que não lhe trouxe resultados até agora? Questione essas crenças, não se deixe no controle automático terceirizando a responsabilidade do seu bem estar.

É importante testar essas condicionais nas áreas de nossas vidas em que nos sentimos insatisfeitos, pois podemos estar deixando passar importantes vivências e oportunidades em nosso dia a dia.

Em alguns casos o indivíduo não consegue fazer isso, sozinho, então recomendo a ajuda de um profissional habilitado – Psicoterapeuta, coach, etc.

Somente quando atuamos sobre nossas crenças e valores é que abrimos espaço para que a transformação ocorra e nos permitimos ter novas atitudes; atitudes essas que trarão mais felicidade e vigor em nossas vidas.

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2016/09/sobre-autossabotagem-crencas-negativas/

sábado, 3 de setembro de 2016

NÃO, NÃO SOMOS OBRIGADOS A AGUENTAR TUDO. PACIÊNCIA TEM LIMITES E A VIDA É PARA SER VIVIDA, NÃO SUPORTADA!

A vida é feita para ser vivida, não suportada. Quando somos obrigados a relevar tudo, ignorando os nossos sentimentos, ignorando feridas ainda abertas, impomos a nós mesmos uma espécie de tortura psicológica. E não devemos impor sofrimento a ninguém, incluindo a nós mesmos, para agradar as outras pessoas.

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Ser gentil, amigável e prestativo é uma coisa ótima. Se mais pessoas dispusessem de um pouco do seu tempo e energia para ajudar os outros, provavelmente o mundo seria um lugar bem menos hostil e viver seria muito mais leve.

Por outro lado, não devemos confundir gentileza com passividade. Não devemos permitir que abusem da nossa boa vontade e passem por cima de nós porque somos bonzinhos e vamos aceitar e perdoar tudo.

Acredito firmemente no perdão. Porém, acredito também que deve ser perdoado quem pede perdão, quem deseja ser perdoado, quem demonstra arrependimento e vontade de dar um novo rumo para a relação.

Não, não somos obrigados a aguentar tudo. Paciência tem limites. Ninguém precisa sair pelo mundo se vingando, mas também ninguém deve ser obrigado a conviver e a ser gentil e a distribuir beijinhos e sorrisinhos para quem nos provocou sofrimento, para quem nos magoou gratuitamente.

Na maioria das vezes, como afirma o ditado popular, quem bate, esquece. Mas quem apanha não. Quando ofendemos ou prejudicamos de forma mais objetiva uma pessoa, causando danos à sua vida, devemos sim tentar consertar o que fizemos de errado ou pelo menos tentar amenizar de alguma forma o estrago que provocamos.

Sim, nem sempre é possível consertar nossos erros. Nem sempre é possível se aproximar de quem prejudicamos para demonstrar nosso arrependimento. Em alguns casos, nos mantermos longe é o melhor a se fazer. Mas neste post, quero me centrar nos casos em que é possível voltar atrás e corrigir o erro e mesmo assim a pessoa se recusa. Quero me centrar no fato de que ninguém é obrigado a engolir tudo porque é gentil e amigável.

A vida é feita para ser vivida, não suportada. Quando somos obrigados a relevar tudo, ignorando os nossos sentimentos, ignorando feridas ainda abertas, impomos a nós mesmos uma espécie de tortura psicológica. E não devemos impor sofrimento a ninguém, incluindo a nós mesmos, para agradar as outras pessoas.

Não, não somos obrigados a conviver com gente que nos põe para baixo com um sorriso falso nos lábios e palavras pseudo educadas. Não somos obrigados a conviver com gente que rouba o nosso ar, que baixa a nossa energia, que nos promove qualquer tipo de constrangimento. Não somos obrigados a agradar quem não se esforça minimamente para nos alegrar. Não somos obrigados a nos sacrificar por quem não dá a mínima por nossos sentimentos. Não somos obrigados a compreender e a demonstrar empatia por quem nos atropelou feito um trator.

Como disse Caetano Veloso, “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Sim, somos nós que conhecemos os nossos limites e sabemos até onde podemos caminhar sem forçar as articulações da alma. Somos nós que podemos mensurar o peso de uma ofensa e a extensão de um estrago sofrido em nossa vida.

Fonte do texto: escrito por Silvia Marques- via: https://osegredo.com.br/2016/08/nao-nao-somos-obrigados-aguentar-tudo-paciencia-tem-limites-e-vida-e-para-ser-vivida-nao-suportada/

APRENDA A CALAR! FALAR DEMAIS É O JEITO MAIS FÁCIL DE NÃO SER OUVIDO!

Coragem. Você consegue. Não responda, não conteste, não fale se não for urgente. Tem muita gente falando demais aqui, ali, em todo canto. Você sabe. Falar demais é um velho jeito de dizer nada. Além do mais, com toda essa multidão tagarelando, ninguém vai ouvir mesmo o que você diz. Espere a noite cair, o silêncio chegar, os ouvidos se abrirem com calma de flor. Aguarde alguém perguntar.

Acredite. Perder o medo de falar em público é mais fácil que ter coragem de calar a boca. Nestes tempos de balbúrdia e falatório, ficar quieto é duro, penoso, difícil. Mas é preciso. Vê quantos oradores se gabando de sua eloquência? Quanta gente cacarejando as mesmas coisas, ao mesmo tempo, para as mesmas pessoas que, com tanto grito, já não ouvem nada. Enquanto o mundo inteiro fala, a gente precisa aprender a calar.

Está sobrando discurso e faltando discrição, essa difícil arte de calar em público. Falar é coisa que reclama prudência, recato, critério. Quem fala carece de pensar primeiro. E olha que coisa: ensinamos uma multidão a falar sem medo, em público, e esquecemos de educá-la a pensar com ousadia, em casa, cada um na companhia de suas reflexões, suas dúvidas e angústias, seus sonhos e planos.

Fala sem pensamento é mera repetição, bobagem, barulho. Lixo. Quem não teme falar em público devia ter o arrojo de calar na intimidade. Calar e pensar. Sentir e fazer. Essas coisas que pedem quietude, paciência, concentração. Coisas que costumam acontecer em silêncio.

Afinal, calar-se não é coisa de quem não sabe falar. É hábito de quem deseja ouvir, refletir, aprender. Para concordar ou discordar é preciso emudecer, ouvir, pensar. E pensar é um exercício silencioso. Mesmo quem pensa alto carece de um pouquinho de mudez. Porque falação demais atrapalha e ninguém ouve.

Quem deseja ser ouvido pelo outro há de se ouvir primeiro. Há de falar consigo mesmo no remanso, escutar seu próprio apelo, reconhecer a voz distante de sua dor, vibrar com a alegria guardada de seus sonhos. Saber o que lhe fala e o que lhe cala mais fundo. Essas coisas que pedem silêncio. Silêncio. Silêncio.

Fonte do texto: escrito por André J. Gomes - via: https://osegredo.com.br/2016/08/aprenda-calar-falar-demais-e-o-jeito-mais-facil-de-nao-ser-ouvido/

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

NÃO DEIXE PARA AMANHÃ O QUE VOCÊ PODE DEIXAR PRA LÁ

Muito já se disse e se escreveu sobre a necessidade de nos desapegarmos de tudo o que não faz mais sentido em nossas vidas e, mesmo assim, continuamos acumulando bagagens inúteis e que emperram o fluxo de nosso caminhar. Retemos dentro de nós mágoas, ressentimentos, utopias, promessas vazias, alimentando o que já se foi em vão. Temos, em vez disso, que aprender a jogar fora o que está obstruindo o nosso respirar, sem titubear.

Assim como os ambientes ficam intransitáveis, quando lotados de quinquilharias, nossos sentidos também não conseguem se renovar, se perdidos em meio a sentimentos negativos guardados dentro de nós. Por mais que seja difícil, é preciso deixar que as coisas vão embora e saiam de nós, para que possamos deixar nosso caminho livre para receber novidades que nos acrescentarão em todos os aspectos.

É preciso ter discernimento para saber o que merece ser mantido guardado conosco a sete chaves e o que deve ser deixado para trás, longe de nossas vidas, distante de nossa alma. Ficarmos remoendo, de forma passiva, o que fizemos ou não, o que fizeram conosco, o que dissemos ou deixamos de dizer, os amores que se perderam, o que não foi mas deveria, sem digerir tudo isso em favor de nosso ir em frente, apenas servirá como peso catalisador de tristeza sem fim. E gente triste não avança, não compartilha, não cresce nem encontra o novo, o recomeço.

Nossa felicidade também depende dos reveses que nos vitimam, para que se torne ainda mais especial quando se instala em nossas vidas. Todas as dificuldades por que passamos ajudam-nos a sorver os momentos felizes com mais intensidade e clareza, pois, tendo experimentado o gosto amargo da vida, seremos mais fortemente impelidos a buscar o sabor doce que os momentos certos e as pessoas amadas trazem consigo. Estaremos, então, prontos para agendarmos compromissos com tudo aquilo que nos ajudará a buscar a felicidade, desmarcando possíveis desencontros inúteis.

Gastamos muita energia à toa com gente que não nos ama, com coisas de que não precisamos, com sentimentos que só nos atrasam o enriquecimento pessoal. Em contrapartida, perdemos a chance de encontrar pessoas que nos amarão de verdade, de cultivar sentimentos positivos e edificantes, de contemplar a beleza do mundo ao nosso redor, enfim, deixamos escapar a felicidade que se encontra ao nosso dispor, todos os dias.
Não podemos deixar de nos importar com tudo e com todos, adotando uma postura fria e distante, para evitarmos o acúmulo de tranqueiras emocionais . Da mesma forma, não basta negar e enterrar o que de ruim nos acontece, sem o enfrentamento necessário daquilo tudo, para que não haja pendências. Devemos, sim, lidar com toda a nossa bagagem, corajosamente, libertando-nos de amarras vãs, de pesos inúteis, de lembranças doloridas, pois somente assim estaremos inteiramente prontos para receber o melhor que a vida nos reserva. E, acredite, tem muita coisa boa reservada para cada um de nós.

Escrito por Marcel Camargo – Via: http://www.sentimentosemfrases.com/nao-deixe-para-amanha-o-que-voce-pode-deixar-pra-la/

COMO APRENDER A DIZER NÃO

Primeiramente nós precisamos ter consciência do que esta palavra representa incorporando uma nova ideia a ela para depois começarmos a agir. Às vezes, por falta de compreensão do seu significado e do porque é importante dizer não, acabamos deixando de realizar coisas necessárias para o nosso bem estar.

Infelizmente, este ato está pautado em muitas crenças negativas e limitantes. Para muitos de nós a experiência da infância onde recebíamos muitos “nãos” nos traumatizou. Aquilo que queríamos comprar, não podíamos; o que queríamos comer, não podíamos; contar uma história para os adultos, não podíamos… Hoje em dia, tomar uma atitude nesse sentido fica muito complicado, pois a consideramos ruim, traumatizante.

Entretanto, vejo muitas pessoas no consultório que não conseguem fazer quase nada que gostariam devido à dificuldade de negar algo. Às vezes não querem fazer uma coisa, como sair com uma amiga, por exemplo, mas saem para não ter que negar o convite. Em outras ocasiões, precisam dar limite para um filho e não conseguem pela dificuldade de negar um pedido.

E o pior é que transferem essa mentalidade para quase tudo. E sempre se anulam para favorecer alguém. Isto acontece na maioria das vezes por pena, por culpa ou por medo de enfrentar uma situação.

O que fica escondido por traz desta palavra é o sentido real da mesma, como estabelecer limites, não assumir tantas responsabilidades que não são nossas e ainda enfrentar melhor as situações adversas da vida com coragem.

Por isso, para aprender a dizer não é essencial refletir, como se pudéssemos colocar na balança a nossa vontade e a necessidade de atender a outra pessoa. Se ela ficar equilibrada e o peso ficar igual para os dois lados, tudo bem. Senão, precisamos rever qual lado pesa mais e mudar esta realidade. É necessário avaliar se estamos contentando o outro, tanto quanto estamos nos contentando. Costumo dizer que as outras pessoas não vão fazer isso nunca, pois só nós sabemos dos nossos limites, o outro não sabe quando está indo além das nossas capacidades.

Por outro lado, a questão de dizer não sem ter consciência torna-nos arrogantes e egoístas. Sendo assim, mudar sem entender a importância desta atitude não ajudará muito. Podemos até parecer uns fortões e deixar de ser tão frágeis, mas estaremos alinhados com um comportamento prepotente. Nesse caso, não adiantará muito negar tudo e viver somente para si próprio.

Então, podemos começar estabelecendo limites para nós, dando atenção para o que estamos fazendo.

Neste momento o foco será atender às nossas vontades. Por exemplo, se está tomando o café da manhã, é importante fazer isso por inteiro, vivenciar a experiência. Mesmo que seja algo rotineiro, o ideal é começar pelas coisas cotidianas. Assim fica mais fácil incorporar esse novo comportamento. Podemos parar de tomar café, resolver o problema do marido, ajudar o filho a ser vestir, arrumar as coisas do trabalho e ficar numa correria desenfreada, onde mal se consegue sentar e nem mesmo comer. Fazer de cada instante um momento sagrado ajuda a estabelecer limites, a dizer “agora não dá ou agora não posso”. Só que isto é uma consciência que vai se construindo conforme mudamos internamente, tendo noção de que se eu não parar por quinze minutos e tomar meu café, as pessoas não vão deixar de me pedir que eu faça tal coisa.

Começar e terminar as coisas sem ficar se enrolando é essencial para começar a dizer não. É como se fizéssemos um pacto conosco de não deixar coisas inacabadas e mal feitas. Porque, se agimos assim, não vem a culpa, nem o medo de enfrentar a questão. Vamos, isto sim, nos sentir amparados por nós. E nada melhor do que contar conosco para resolver algo. Porque contar com os outros, quase sempre, não dá certo. Tudo isso só acontece quando, normalmente, não dependemos de terceiros.

Por isso, comece hoje criando uma nova ideia sobre este assunto, simplesmente mudando o hábito de iniciar e não terminar as coisas. Depois vá se encorajando até conseguir dizer seu primeiro não de verdade. Então, a satisfação e o bem estar estarão garantidos.

Para finalizar, reflita sobre essas questões profundamente, porque elas certamente lhe ajudarão a mudar: você acredita que dizer sim para tudo é útil para você? No que dizer sim para tudo lhe ajudará? E, no que você precisa acreditar agora? Sempre é positivo mudar o pensamento para depois agir. E mesmo que você não saiba bem as respostas, procure com o coração que elas virão. Isto ajudará a mudar as crenças negativas com relação à palavra não, experimente!

Fonte: Por Cátia Bazzan - via: https://osegredo.com.br/2013/09/aprender-nao/

QUEM NUNCA MUDOU COM O TEMPO?

Quem nunca mudou com o tempo? Aos poucos você vai deixando de escutar certas músicas, de usar certas roupas, de falar com certas pessoas. Mudar faz parte do ciclo da vida, embora a essência seja sempre a mesma. Quando encontrar um obstáculo grande na vida, não desanime ao passar, pois com o tempo ele se tornará pequeno. Não porque diminuiu, mas porque você cresceu.