quinta-feira, 30 de junho de 2016

1O COISAS QUE FAZEM AS PESSOAS SE AFASTAREM DE VOCÊ:

No consultório algumas pessoas me perguntam sem o saber qual seria o motivo para suas vidas não fluírem como deveriam. Às vezes se queixam de relacionamentos que nunca seguem em frente ou da solidão que sentem e não desconfiam dos motivos das pessoas se afastarem delas. Tenho certeza que essa é uma pergunta feita por várias pessoas, segue uma lista de motivos possíveis:

1- Instabilidade emocional 

Uma das coisas mais difíceis é se relacionar com uma montanha-russa, por dez minutos ou em uma festa pode até ser tolerável, mas para seguir numa amizade, como colega de profissão ou parceiro amoroso é impossível. O mínimo de estabilidade e previsibilidade é importante quando se trata de estabelecer vínculos de confiança.

2- Ser dominador

Naqueles dias que você não sabe nem o que quer jantar é muito bem-vindo alguém que tenha pulso firme para tomar a liderança. Outra coisa é conviver com um ditador que quer ter a razão em qualquer assunto e determinar como, quando, onde e pra quê sua vida deve existir. Sempre haverá alguém sem vida própria para revezar ao lado de uma pessoa mandona, mas no longo prazo é só reparar, nunca são as mesmas pessoas, ninguém aguenta.

3- Egoísmo galopante

Auto-confiança, opinião própria e boa autoestima são apreciadas numa pessoa, mas dividir espaço com um rei momo psicológico que coloque todas essas características na décima potência é asfixiante. Parte dos motivos que nos fazem ficar ao lado de uma pessoa é saber que ela valoriza quem nós somos por nós mesmos e não como espectadores de sua vida.

4- Ser o centro das atenções

Não importa o motivo, o lugar ou o artifício o que importa é estar no meio do palco. Tem quem coloque uma melancia no pescoço, mas tem quem se faça de coitadinho ou sexy, o modus operandi muda mas o essencial é que aquela pessoa receba atenção constante. Bastou outra pessoa começar uma história ou a outra ficar feliz com sua conquista e surgirá a parasita de energia dos outros para cortar o assunto e sequestrar as atenções. Por um dia até vai, mas a vida inteira é insuportável.

5- Viajar na maionese

Ser distraído é uma característica de quem está fechado no seu próprio mundo, e quando isso vem acompanhado de uma ingenuidade e falta de senso do ridículo o pacote fica completo para produzir alguém que não fala coisa com coisa. É até engraçado conviver com alguém que age na vida como se fosse café-com-leite, mas para aquelas coisas sérias, que dependem de firmeza esse tipo de pessoa não entra na lista de prioridades.

6- Nunca levar nada a sério

As amizades, os relacionamentos amorosos e profissionais precisam de refresco nessa rotina acelerada que vivemos, mas ser bobo alegre e descomprometido ao extremo não é uma boa receita para gerar credibilidade. É como alho e vampiro, não combinam.

7- Agir com raiva diante das frustrações

A vida será sempre cercada de coisas lindas e descompassos e parte da maturidade de alguém se deve a habilidade em administrar com ginga, bom humor e eficiência os seus problemas. Tem gente que vira um furacão com o mínimo de contrariedade e desconta em quem está por perto. As pessoas podem parecer que respeitam você, mas na verdade elas tem medo e bastará uma distração sua para que elas saiam correndo e nunca mais voltem.

8- Confundir falta de educação com honestidade

Há quem ache bonito sair falando as verdades não-solicitadas na cara dos outros. Costumam aproveitar da fama de “honesto” para dar patada e descarregar suas frustrações em cima dos outros. Mas não se deixe enganar, quem gosta de falar as verdades na cara dos outros está mais para amargurado do que sincero. Cometer sincerocídio, portanto, não ajuda em nada se vier desacompanhado de carinho e intimidade.

9- Fazer jogos

Por causa do medo de sofrer algum tipo de humilhação algumas pessoas se antecipam em toda e qualquer suposta artimanha dos outros. Essa defensividade exagerada associada com paranóia e orgulho cria uma bomba explosiva que cria um jogador compulsivo seja na paquera, no trabalho, com os amigos ou amores. Por medo de sofrer a pessoa fica o tempo todo manipulando as vontades e interesses das pessoas na direção daquilo que quer. No final do jogo, no entanto, quem levou o xeque-mate foi ela.

10- Ser frio e insensível

Quem acha que os outros tem telepatia para adivinhar o tamanho do seu amor está enganado. Amor de verdade se mostra agindo e fazendo coisas concretas para mostrar que a companhia vale a pena e as coisas estão agradáveis. Conviver com uma pedra de gelo que não reage a nada pode endurecer quem está por perto. O medo da pessoa fria é parecer vulnerável e no final da história ela irá encarar seu maior fantasma ao afastar todas as pessoas importantes de sua vida por causa de sua insensibilidade.
………

Sobre Frederico Mattos – Sonhador nato, psicólogo provocador, autor do livro “Como se libertar do ex”. Adora contar e ouvir histórias de vida. Nas demais horas medita, cultiva um jardim, lava pratos, ama Juliana e escreve no blog Sobre a vida [www.sobreavida.com.br] 

Via: https://osegredo.com.br/2014/04/1o-coisas-que-fazem-pessoas-se-afastarem-de-voce/

O DIA EM QUE EU MORRI…

Estranho? Nem tanto. Se depois de ler esse texto você achar que ainda está vivo, ótimo!

Caso contrário, é bom repensar se ainda existe algum sopro de vida aí dentro. Vou contar como tudo aconteceu.

A minha primeira parcela de morte aconteceu quando acreditei que existiam vidas mais importantes e preciosas do que a minha. O mais estranho é que eu chamava isso de humildade. Nunca pensei na possibilidade do auto abandono.

Morri mais um pouquinho no dia em que acreditei em vida ideal, estável, segura e confortável.

Passei a não saber lidar com as mudanças. Elas me aterrorizavam.

Depois vieram outras mortes. Recordo-me que comecei a perder gotículas de vida diária, desde que passei a consultar os meus medos ao invés do meu coração. Daí em diante comecei a agonizar mais rápido e a ser possuída por uma sucessão de pequenas mortes.

Morri no dia em que meus lábios disseram, não. Enquanto o meu coração gritava, sim! Morri no dia em que abandonei um projeto pela metade por pura falta de disciplina. Morri no dia em que me entreguei à preguiça. No dia em que decidir ser ignorante, bulímica, cruel, egoísta e desumana comigo mesma. Você pensa que não decide essas coisas? Lamento. Decide sim! Sempre que você troca uma vida saudável por vícios, gulodice, sedentarismo, drogas e alienação intelectual, emocional, espiritual, cultural ou financeira, você está fazendo uma escolha entre viver e morrer.


Morri no dia em que decidi ficar em um relacionamento ruim, apenas para não ficar só. Mais tarde percebi que troquei afeto por comodismo e amor por amargura. Morri outra vez, no dia em que abri mão dos meus sonhos por um suposto amor. Confundi relacionamento com posse e ciúme com zelo.

Morri no dia em que acreditei na crítica de pessoas cruéis. A pior delas? Eu mesma. Morri no dia em que me tornei escrava das minhas indecisões. No dia em que prestei mais atenção às minhas rugas do que aos meus sorrisos. Morri no dia que invejei , fofoquei e difamei. Sequer percebi o quanto havia me tornado uma vampira da felicidade alheia. Morri no dia que acreditei que preço era mais importante do que valor. Morri no dia em que me tornei competitiva e fiquei cega para a beleza da singularidade humana.

Morri no dia em que troquei o hoje pelo amanhã. Quer saber o mais estranho? O amanhã não chegou. Ficou vazio… Sem história, música ou cor. Não morri de causas naturais. Fui assassinada todos os dias. As razões desses abandonos foram uma sucessão de desculpas e equívocos. Mas ainda assim foram decisões.

O mais irônico de tudo isso?
As pessoas que vivem bem não tem medo da morte real.
As que vivem mal é que padecem desse sofrimento, embora já estejam mortas. É dessas que me despeço.

Assinado,

A Coragem.

Fonte do texto: Escrito por Lígia Guerra - via: https://osegredo.com.br/2014/04/o-dia-em-que-eu-morri/

A VIDA É CURTA DEMAIS! A VIDA É SEMPRE ESTE MOMENTO!

“A vida é curta demais para que vivamos o mesmo dia duas vezes”.

Não importa o ontem.

Não importa o amanhã.

Importa o agora: o que decidimos ser neste momento.

Independentemente do medo, da angústia, da apreensão:

tudo já foi, a vida é sempre agora.

Sempre aqui. Este momento.

Aproprie-se do aqui e agora.

Como transformá-lo em eternidade?

Faça simplesmente o melhor que puder,

com as ferramentas das quais dispõe hoje.

Não com a consciência de ontem.

Não com a apreensão pela dúvida de manhã.

Hoje.

O que é o hoje?

Tudo o que temos.

Este momento.

-Flávia Melissa

Via: https://osegredo.com.br/2014/04/vida-e-curta-demais-vida-e-sempre-este-momento/

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Não Minta!

Um dos mais elevados valores da vida é a VERDADE.

Assim sendo, a missão mais importante dos dias atuais é a de reeducar as pessoas, principalmente as crianças, para que interrompam a atual complacência com a mentira.

Mentir acabou se tornando uma prática tão usual e corriqueira que há pessoas que relativizam o emprego da mentira dizendo que há ocasiões ou situações em que mentir não só é permitido como desejável, portanto, correto.

Os motivos que levam à mentira podem ser inúmeros: baixa autoestima,

desprezo pela outra pessoa, desejo de status, além de inúmeros medos:

medo de uma punição, medo de ser rejeitado, medo de ser discriminado,

medo de assumir consequências, etc.

Qualquer que seja a razão, é preciso que voltemos a criminalizar a mentira como algo errado

e que não pode e não deve ser justificado sob o argumento de que todos mentem.

Há pessoas que confundem falar a verdade com grosseria, falta de educação, ausência de polidez e agressividade.

Para muitas pessoas a verdade passou a ser tão incômoda que não sabem mais como trabalhar com ela.

Preferem mentir, falsear a verdade, enfeitar a realidade, inventar. 

Vamos fazer um esforço pela verdade, pela veracidade.

Preste atenção e veja quantas vezes mentimos, até sem motivos ou necessidade.

Vamos fazer um pacto pela verdade, re-criminalizando a mentira e procurando viver alicerçados em valores e princípios elevados.

Pense nisso.

Sucesso!

Fonte do texto: Por Luiz Marins – Via Mundo de Gaya

13 Coisas Que As Pessoas Fortes e Vencedoras NÃO Fazem!

Pessoas de mentalidade forte possuem hábitos saudáveis. Elas lidam com suas emoções, pensamentos e comportamentos de forma a empodera-las para o sucesso na vida. Verifique essas coisas que as pessoas mentalmente fortes não fazem para que você também possa ter uma mente forte.

1) Elas não perdem tempo sentindo pena de si mesmas

Pessoas de mentalidade forte não ficam sentindo pena de suas circunstâncias ou como os outros as trataram. Ao invés disso, elas assumem a responsabilidade por seu papel na vida e compreendem que a vida nem sempre é fácil ou justa.

2) Elas não deixam de lado seu poder

Elas não permitem que os outros as controlem, e elas não permitem alguém tenha poder sobre elas. Elas não dizem coisas como, “Meu chefe me faz sentir mal”, porque elas compreendem que elas estão no controle sobre suas emoções e elas possuem a escolha de como reagir.

3) Elas não fogem dos desafios

Pessoas mentalmente fortes não tentam evitar o desafio. Ao invés disso, elas dão boas vindas de forma positiva às mudanças e estão sempre querendo ser flexíveis. Elas compreendem que a mudança é inevitável e acreditam em suas habilidades de adaptação.

4) Elas não gastam energia com coisas que não podem controlar

Você não ouve uma pessoa mentalmente forte reclamando da mala perdida ou do trânsito. Ao invés disso, elas focam naquilo que podem controlar em suas vidas. Elas reconhecem que algumas vezes, a única coisa que podem controlar, é sua atitude.

5) Elas não se preocupam em agradar todo mundo

Pessoas mentalmente fortes reconhecem que não precisam agradar todo mundo o tempo todo. Elas não têm medo de dizer não ou falar quando é necessário. Elas buscam ser gentis e justas, mas podem lidar com outras pessoas chateadas se elas as fizeram felizes.

6) Elas não têm medo de assumir riscos calculados

Elas não assumem ricos bobos ou fáceis, mas não se importam de assumir riscos calculados. Pessoas mentalmente fortes investem tempo pesando os riscos e benefícios antes de tomar uma grande decisão, e elas estão completamente informadas dos problemas possíveis antes de tomarem ação.

7) Elas não renegam o passado

Pessoas mentalmente fortes não gastam tempo renegando o passado e querendo que as coisas fossem diferentes. Elas reconhecem o passado e podem dizer o que elas aprenderam com ele. Entretanto, elas não revivem constantemente as experiências ruins ou fantasiam sobre os dias gloriosos. Ao invés disso, elas vivem para o presente e planejam para o futuro.

8) Elas não cometem o mesmo erro várias vezes

Pessoas mentalmente fortes aceitam a responsabilidade por seu comportamento e aprendem com os erros do passado. Como resultado, elas não ficam repetindo os mesmos erros sempre. Ao invés disso, elas seguem em frente e tomam melhores decisões no futuro.

9) Elas não ficam ressentidas pelo sucesso alheio

Pessoas mentalmente fortes conseguem apreciar e celebrar o sucesso na vida de outras pessoas. Elas não ficam invejosas ou se sentem trapaceadas quando outros as superam. Ao invés disso, elas reconhecem que o sucesso é conquistado através de trabalho duro, e elas estão querendo o trabalho duro para própria chance de sucesso.

10) Elas não desistem depois da primeira falha

Pessoas mentalmente fortes não percebem uma falha como razão para desistir. Ao invés disso, elas usam o erro como uma oportunidade de crescer e melhorar. Elas querem continuar tentando até conseguirem fazer o certo.

11) Elas não temem a solidão

Pessoas mentalmente fortes conseguem tolerar a solidão e elas não temem o silêncio. Elas não têm medo de ficarem sozinhas com seus pensamentos e elas podem usar esses momentos para serem produtivas. Elas curtem sua própria companhia e não são dependentes de outros para companhia e diversão todo o tempo, mas conseguem ser felizes sozinhas.

12) Elas não acham que o mundo deve alguma coisa a elas

Particularmente na economia atual, executivos e empregados em qualquer nível estão começando a perceber que o mundo não lhes deve um salário, um pacote de benefícios e uma vida confortável, independente de sua preparação e educação. Pessoas mentalmente fortes entram no mundo preparadas para trabalhar e serem bem sucedidas por seus méritos, em cada estágio do jogo.

13) Elas não esperam resultados imediatos

Seja uma rotina de treinos, um regime nutricional ou começar um novo negócio, pessoas mentalmente fortes estão comprometidas com o longo prazo. Elas sabem muito bem não esperar por resultados imediatos. Elas dedicam suas energias e tempo em doses medidas e celebram a cada meta e aumento de sucesso ao longo do caminho. Elas possuem o “poder de permanecer”. E elas compreender que mudanças genuínas levam tempo.

Você tem a mente forte?

Existem elementos dessa lista que você precise mais?

Fonte do texto: Andre Luz – Via Mundo de Gaya e https://osegredo.com.br/2014/01/13-coisas-que-pessoas-fortes-e-vencedoras-nao-fazem/

O Silêncio é Música!

Por definição, o “Silêncio é a ausência total ou relativa de sons audíveis”.

Vivemos em um mundo cada vez mais barulhento em todos os sentidos.

Somos bombardeados pelos sons urbanos, ruídos indesejáveis, conversas inoportunas, gritos, máquinas, e muitos mais. Inevitáveis sons que não controlamos porque a audição é um sentido incontrolável. Se eu não quiser ver, fecho os olhos. Se não quiser sentir o gosto de alguma coisa, fecho a boca, mas, bloquear totalmente os ouvidos é mais complicado. Haja tampão…

Nestas horas, partimos quase sempre para um plano B bem eficaz;

a troca do som externo pouco interessante por um player qualquer acoplado a headphones.

Ah! Santo alívio!

Nesta hora nos tornamos donos da nossa audição, podemos selecionar o quê ouviremos, o volume desejado, alinhar o nosso momento ao que será ouvido, enfim, nos tornamos independentes do mundo exterior e ficamos senhores de nossa audição, graças à tecnologia.

Porém, há momentos em que não queremos escutar nada, absolutamente nada… Por diversas razões – e aqui me arrisco a duvidar de cada um que lê este texto se já não sentiu esta necessidade – o silêncio torna pura e bela a música para nossos pobres ouvidos. Vira uma completa sinfonia harmoniosa que nos relaxa e acalma como se fosse um mergulho ao nosso próprio interior onde podemos sentir o coração bater, a nossa respiração, o pulsar do sangue em nossas veias, é um momento de encontro com nosso próprio ser. Quem o diga os terapeutas que usam e abusam destas técnicas.

É desconectar, desplugar do mundo real e viajar no vazio, no espaço etéreo do silêncio exterior. Minutos parecem horas, uma fração de tempo ao não escutar nada nos dá tanto ou mais prazer que a melhor música imaginável poderia nos fornecer. E é tão bom não ter ninguém “buzinando” em nossos ouvidos, esquecer aquela voz chata e inevitável de ouvi-la, não ter que escutar um papo bobo, uma reclamação, um ruído…

O silêncio é bom e terapêutico.

Discordo de um filósofo que diz: “Há algo de ameaçador num silêncio prolongado”.

O silêncio não é assustador, é sábio.
  É muito melhor não dizer palavras das quais nos arrependeremos mais tarde do que ficarmos em silêncio e aproveitarmos o tempo para pensar melhor no que possivelmente seria dito no calor da hora, da desavença, do descontrole. Saber se calar é uma arte e a boca pune quem tudo diz, e geralmente quem tudo diz não gosta de escutar tudo o que lhe é dito.

Portanto, o silêncio ensina, acrescenta, faz crescer, melhora o raciocínio,

acalma o coração e faz pensar.

Em sua essência, o silêncio é música pura.

Fonte: https://osegredo.com.br/2013/12/o-silencio-e-musica/

terça-feira, 28 de junho de 2016

NÃO FICO MAIS COM RAIVA: SÓ OLHO, PENSO E ME AFASTO.


Para ter força para lidar com situações complicadas devemos aprender a tomar uma certa distância emocional, a questionar o que se apresenta para nós e a pensar antes de tomar qualquer decisão. Como com tudo na vida, para aprender isso é necessário tempo e experiência, muita experiência.

Assim, podemos dizer que a distância emocional é uma regra implícita que nos permite ver e sentir as coisas de uma outra maneira, pois damos tempo para que as emoções como a raiva percam força e podemos então entender melhor nossos sentimentos, os quais nos permitem compreender com mais clareza o que pensamos e como queremos realmente agir.

Ou seja, fazer isso, se distanciar, serve para lidar melhor com nossas emoções e assim conseguir coerência entre nossas opiniões e nossas ações sobre um tema determinado, como por exemplo as atitudes de uma pessoa.

COMO SE DISTANCIAR EMOCIONALMENTE DE UMA SITUAÇÃO?

Agora, como fazer isso? Como se distanciar emocionalmente de uma situação? Essa resposta não tem uma fórmula mágica, pois depende de muitos fatores pessoais e circunstanciais, assim como fatores relacionais.

Há pessoas às quais damos enorme importância, e nos distanciarmos das emoções que temos quando estamos com elas é, sem dúvida, uma das tarefas mais complicadas que temos que concluir na hora de montar o quebra-cabeça para compreender o que está acontecendo.

Mesmo assim, e mesmo considerando que não temos uma receita perfeita que nos leve a tomar a distância ideal do melhor modo possível, podemos destacar a maior parte dos ingredientes que acabam nos faltando para conseguirmos nos distanciar emocionalmente nas situações mais difíceis para nós.

“Conforme já falamos, é indispensável que respeitemos o tempo, pois tempo é necessário para vermos mais nitidamente nossas emoções. Metaforicamente, podemos ilustrar essa questão com as cores dos semáforos: vermelho, amarelo e verde.”

Diante de uma afronta, provavelmente a luz amarela pisca para rapidamente passar ao vermelho. Ou seja, quando somos invadidos, por exemplo, pela raiva, pela tristeza, pela alegria ou por qualquer outra emoção, nosso semáforo rapidamente se torna vermelho, e nesse momento não devemos tomar decisões.

Com o semáforo vermelho devemos frear nossa reação emocional e esperar um tempo para compreender exatamente o que pensamos, sentimos e o que vamos fazer.

Observe, olhe e afaste-se se for necessário, mas não tome decisões permanentes a partir de emoções que são temporárias, ainda que tenha vontade de dizer muitas coisas em determinadas situações ou de gritar, você pode se manchar para sempre. Dê tempo para que suas emoções se estabilizem novamente, vá dar um passeio, pinte um desenho ou deixe passar uns dias antes de decidir e lidar com a situação ou pessoa que te irritou ou entristeceu.

Quando o tempo passa algumas coisas simplesmente deixam de ter importância, e alguns detalhes que antes eram angustiantes passam a ser amenidades que relativizamos e aceitamos como inerentes às circunstâncias.

Digamos que é graças ao tempo que nos afastamos e deixamos de reagir com intensidade emocional, evitando gerar decepções, expectativas e traições. Conseguir, enfim, não ser controlado por nossas emoções é possível, mas é uma habilidade que se aprende somente com a prática.

A BÚSSOLA INTERNA, UM GRANDE BENEFÍCIO GANHO COM A DISTÂNCIA EMOCIONAL

No momento em que conseguimos criar uma distância emocional perante uma situação, podemos escutar o que diz a nossa bússola interna que nos dá intuições sobre o que está bem e o que está mal. Essas intuições muitas vezes são certas, posto que se baseiam nos nossos sentimentos, muito mais duradouros que nossas emoções.

Então, as decisões que tomamos a respeito dos demais e do que aconteceu serão muito melhores e mais coerentes com o que sentimos e pensamos verdadeiramente. Aqui podemos saber o que merece atenção e o que pode ser ignorado, fomentando um sentimento bom e impedindo que soframos por aquelas coisas que não podemos controlar.

Resumidamente, é muito importante que diante de situações complicadas ou com muita carga e intensidade emocional criemos uma distância, pois assim teremos sucesso em ver que os aspectos mais passageiros de nossas emoções nos confundem, e então não nos arrependeremos de agir de uma ou outra forma.

Fonte do texto: O segredo - via: http://www.sentimentosemfrases.com/nao-fico-mais-com-raiva-so-olho-penso-e-me-afasto/

Especialistas listam os dez erros mais comuns na hora de discutir a relação:

Resolver impasses da vida a dois deveria ser, em princípio, o objetivo de toda discussão de relacionamento, a famosa –e tão temida por alguns– D.R. Alguns casais, no entanto, adotam atitudes negativas ou pouco assertivas que acabam criando novos problemas, em vez de resolver a situação sobre a qual decidiram conversar. Para evitar que a conversa se transforme em uma grande briga, veja quais comportamentos devem ser evitados.

ADOTAR UM TOM ACUSATÓRIO | “Procure falar mais ‘eu’ e menos ‘você’. Em vez de dizer: ‘você não tem jeito, sempre deixa a toalha molhada sobre a cama’, diga: ‘eu me sinto sobrecarregado quando você deixa toalhas sobre a cama e sapatos jogados pela casa’. Outra sugestão: trocar o ‘você é muito controlador’ por ‘tenho necessidade de tomar certas decisões sozinho'”, diz a psicóloga e palestrante sobre relacionamentos amorosos Lidia Weber. “Procure sempre descrever como se sente”, afirma a especialista, acrescentando que se deve pontuar as atitudes incômodas do outro, não suas características

OFENDER | Em uma D.R, ao expor o que, no seu ponto de vista, prejudica a relação, concentre-se em defender suas perspectivas com o objetivo de melhorar o convívio. “A dica que costumo passar para meus pacientes é ser assertivo, o que significa expressar sentimentos e emoções sem ofender o outro”, declara Elídio Almeida, psicólogo pela UFBA (Universidade Federal da Bahia)

FAZER D.R. EM PÚBLICO | É uma atitude nada produtiva. “É um comportamento extremamente constrangedor para quem presencia e humilhante para o casal, que expõe sua intimidade à curiosidade alheia”, fala a psicóloga Lígia Baruch, mestre e doutoranda em psicologia pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo. A conversa deve ser sempre em particular e nunca acontecer em um momento de raiva.

SER IRREDUTÍVEL | Dizer frases como “você não casou enganado” ou “sou assim e não vou mudar” não ajuda em nada na resolução dos problemas do casal. “Espera-se que, em um relacionamento, todos mudem. E temos de mudar, pois agora nossa vida envolve o outro e ele também tem necessidades”, afirma Quezia Bombonatto, terapeuta familiar e diretora da ABPp (Associação Brasileira de Psicopedagogia). Negociar, saber a hora de se impor, aprender a ceder e chegar a um consenso são os objetivos da D.R. e, de um jeito ou outro, modificar-se pode fazer bem ao casal.

ENVOLVER A FAMÍLIA | “Ter a compreensão da influência dos parentes em algumas situações é uma coisa. Culpá-los é outra bem diferente. Se a família interfere na rotina conjugal a ponto de criar um problema, é porque o casal está deixando. Além do mais, ninguém aprecia que sua família seja ofendida”, afirma a terapeuta familiar Quezia Bombonatto. Pior, ainda, é buscar a opinião dos filhos nas questões da vida a dois. Estes não devem, em nenhuma circunstância, servir de conselheiros ou moeda de troca dos pais.

ACUSAR O OUTRO DE TUDO QUE NÃO DÁ CERTO | Seja qual for o motivo da D.R. –ciúme, finanças, falta de atenção ao relacionamento, educação dos filhos– é fundamental ter em mente que ambos têm sua cota de participação nas situações. “Jogar a culpa sobre o outro é uma forma de não se responsabilizar pelas próprias atitudes”, diz Rose Villela, psicóloga e sexóloga de São Paulo. Avalie antes a própria participação nas questões para ter uma D.R. justa e equilibrada com o parceiro.

ACUMULAR ASSUNTOS | Ao entrar em uma D.R., lembre-se que o objetivo é expor pontos de discordância sobre determinada situação. A partir daí, deve-se ouvir a outra parte para tentar compreender a perspectiva dela e, se possível, firmar combinados para que o desentendimento não volte a se repetir. “Ainda que esteja aborrecido com episódios desagradáveis ocorridos anteriormente, tenha em mente que a discussão comporta apenas um assunto por vez. Muita gente acumula raiva e outras emoções para uma única conversa, o que torna difícil de administrar”, declara o psicólogo Elídio Almeida.

NÃO DAR ESPAÇO PARA O OUTRO SE EXPRESSAR | Tem gente que acha que a D.R. é um monólogo para pôr para fora angústias, discordâncias, mágoas… Quem faz apenas isso comete um erro grave: não dá brecha para o outro se expressar e também colocar seu ponto de vista. “Para fugir desse erro, lembre-se que a proposta é discutir a relação, e não apenas descarregar reclamações. Ouvir o par é crucial”, afirma o psicólogo Elídio Almeida.

USAR AS PALAVRAS SEMPRE E NUNCA | “Você nunca paga as contas em dia”, “você sempre faz isso, é a sua cara”, “você está sempre estressada”, “você nunca presta atenção no que eu falo”… Será mesmo? Não há um certo exagero nessas frases? Na opinião da psicóloga e palestrante sobre relacionamentos amorosos Lidia Weber, as palavras têm força e algumas, como “sempre” e “nunca”, mais ainda. “Elas passam a ideia de defeito de caráter”, afirma. Quem as ouve pode achar que, por mais que se esforce pela relação, dificilmente atenderá as expectativas do par, que não confia em suas capacidades.

ACREDITAR QUE TER D.R. É ALGO RUIM PARA O RELACIONAMENTO | “É essencial ter em mente que ela, quando bem utilizada, é um instrumento de comunicação importante para afinar pontos de discordância do casal”, fala a psicóloga Lígia Baruch, acrescentando que o par que se dispõe a discutir ainda quer investir na relação. A partir do momento que se desiste de tentar resolver os impasses, pode-se estar na verdade abdicando da relação. “E nunca ridicularize uma D.R., pois dessa forma você pode diminuir e desvalorizar os sentimentos do parceiro”, diz Lígia.

Fonte: Uol - via: http://www.sentimentosemfrases.com/especialistas-listam-os-dez-erros-mais-comuns-na-hora-de-discutir-a-relacao/

Posso não saber para onde irei, mas sei bem para onde nunca mais voltarei…

”Não volte aos mesmos erros, ao lar desfeito, aos descaminhos, às promessas quebradas, ao relacionamento fracassado, aos amigos hipócritas, ao emprego desumano. Não abra mão daquilo que você é, daquilo em que acredita, ou ninguém reconhecerá a grandeza que possui dentro de si.”

O futuro pode ser planejado, desejado, repleto de metas a serem alcançadas e, ainda assim, sempre será incerto, improvável, impossível de ser previsto com exatidão. No entanto, desejar e lutar por um amanhã melhor e mais feliz nos faz bem, alimentando nossas forças em sempre querer continuar, inesgotavelmente, haja o que houver. Nessa jornada, devemos estar seguros quanto ao que idealizamos, bem como quanto ao ontem e aos lugares a que não poderemos mais voltar, para nossa própria sobrevivência. Há lugares para onde nunca mais devemos voltar. Jamais.

Não volte aos mesmos erros, aos conhecidos descaminhos, mas reaprenda com cada tombo, superando as próprias falhas e lidando saudavelmente com as limitações que todos temos. O ontem deve permanecer lá atrás, ancorando nosso aprendizado contínuo, de forma a redirecionarmos nossas energias em direção a acertos que nos tornarão cada vez mais humanos e mais felizes.

Não volte ao lar que já se desfez, ao colo que não acolhe, ao vazio solitário de uma companhia dolorida. Devemos ter a coragem de colocar um ponto final em tudo aquilo que nos enfraqueceu e nos diminui, tolhendo-nos a tranquilidade de um respirar livre. O nosso caminho deve ser transparente e leve, sem pesos inúteis que atravancam o nosso ir em frente.

Não volte às promessas quebradas, ao relacionamento fracassado, que em nada acrescentou na sua vida, ao incessante dar as mãos ao vazio, ao compartilhamento unilateral, ao doar-se sem volta. Todos merecemos nos lançar ao encontro de alguém verdadeiro e que seja repleto de reciprocidade enquanto se dividem os sonhos de vida. Todos temos a chance de encontrar uma pessoa que não retorne menos do que doamos, que não nos faça sentir a frieza da solidão acompanhada.

Não volte aos amigos hipócritas, às pessoas que se baseiam em interesses escusos para permanecerem ao seu lado. Amizade deve ser soma, gargalhada, brilho nos olhos e ritmo no coração. Caso não nos faça a mínima falta, caso não nos procure sem razão, nenhum relacionamento pode ser tido como verdadeiro. É preciso poder contar com alguém que permaneça ao nosso lado, mesmo após conhecer nossas escuridões, pois é essa sinceridade que sustentará nossos ânimos nas noites frias de nossa alma.

Não volte ao emprego desumano, que achata os sentidos, não reconhece seu valor, apenas criticando e pedindo sempre mais e mais, sem lhe dar nada em troca. Procure uma ocupação onde os minutos não pareçam uma eternidade, onde obtenha reconhecimento, onde possa atuar como personagem principal da própria vida. Não abra mão daquilo que você é, daquilo em que acredita, ou ninguém reconhecerá a grandeza que possui dentro de si.

Sim, não há como prever o futuro, tampouco controlá-lo. Cabe-nos cuidar do nosso aqui e agora com todo o cuidado que o hoje merece, para que diariamente preparemos, aos poucos, um caminho menos árduo, um amanhã que dê continuidade aos nossos esforços em sermos felizes. Agirmos refletida-mente, enfim, nos poupará de atravessar caminhos tortuosos e solitários, sob lamentações e arrependimentos. Porque, tendo plantado paixão verdadeira, tendo cultivado relacionamentos sinceros, colheremos, certamente, sorrisos e abraços de gente de verdade, gente com a intenção de ser feliz bem juntinho, sempre.

Fonte do texto: site O Segredo

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Se precisa insistir muito com alguém, é porque essa pessoa não precisa de você!

Eu não vou insistir para tu gostares de mim. Talvez isso soe como uma ameaça, mas não é. É mais como uma bandeira branca. Cansei-me de relacionamentos competitivos, de jogos de interesse, do orgulho ferido. Não concordo que demonstrar o que se sente é sinal de fraqueza. Se eu não despertar em ti o “gostar” naturalmente, então, talvez um de nós não mereça o outro assim tanto.

É claro que já estive do outro lado, o da insistência. Moldava-me aos gostos do outro, adaptava-me à rotina, aos amigos, e até reprimia alguns palavrões na sua frente. Eu achava que isso era fazer tudo certinho, mas na verdade, aos poucos deixava de ser eu para me disfarçar de pessoa perfeita. Acontece que perfeição é utopia, o que define cada um de nós e o que compõe uma relação é o equilíbrio dos defeitos, e não fingir que eles não existem. Como ser humano que sou, eu erro, talvez me arrependa e talvez não. Mas, sobretudo, aprendi a perdoar erros, então tudo bem se formos fracassar, dentro de mim transborda esperança para um recomeço.

Eu prezo pela autenticidade. Se tu tiveres vontade de me ligar de madrugada, liga. Se te sentires inseguro, conversa comigo. Não te contenhas perto de mim, não te esforces para engolir os teus sentimentos. Ninguém está a contabilizar os pontos, a verdade é essa. Tu não ficas por cima quando implicas comigo, não me iludes quando me elogias, não me fazes sentir mal se não me ligas no dia seguinte. Eu não preciso da tua aprovação para me sentir bem comigo.

Eu não vou insistir para tu gostares de mim. Tu precisas aceitar que nem tudo poderá ser mudado. Precisas aceitar-me como sou, se me quiseres. Essa pessoa prontinha, feita de propósito para ti, não existe. Por isso, fica ao lado de alguém que desperte o melhor em ti e uma verdadeira transformação vai acontecer. Isso se chama afinidade. No fim das contas, cada um sabe dentro de si até que ponto está disposto a ser o grande amor da vida de alguém.

Fonte do texto: Já Foste - via: https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5065320611351423720#editor/target=post;postID=8937980852452841392

MUITAS VEZES, O AMOR NÃO TERMINA, MAS A PACIÊNCIA ACABA!

Ninguém há de suportar o desprezo, a indiferença, a agressividade silenciosa e a companhia vazia de quem lhe prometera amar pelo resto da vida. O amor não aceita desaforo, não sobrevive de passado, tampouco se alimenta de esperanças unilaterais e de correspondência nula.

Encontrar o amor não é tão difícil, se comparado à árdua tarefa que consiste em mantermos acesa a chama afetiva que nos mantém juntos de quem amamos. Após o encontro amoroso, afinal, existe um longo caminho a ser percorrido, para que os sentimentos se fortaleçam e tornem a jornada conjunta repleta de cumplicidade e admiração mútua.

As pessoas vêm de universos diferentes, passaram por vivências próprias, sobreviveram a tempestades únicas e, de repente, precisam confrontar tudo o que são com alguém de fora, tentando harmonizar perspectivas na maioria das vezes dissonantes e distantes, em favor da necessidade de amarem e serem amadas. A paixão chega, arrebata e nos lança ao encontro de um mundo outro, no qual mergulharemos às cegas, a fim de saciarmos a fome de amor que é tão nossa.

A convivência diária não é fácil, uma vez que o tempo nos mostra e nos desnuda em tudo o que somos, da mesma forma nos trazendo as verdades de quem está ali ao nosso lado, mesmo aquelas que nos incomodam. Infelizmente, poucos estão dispostos a enxergar, fora de si e em si mesmo, o que lhes retira da zona de conforto, o que lhes obriga a refletir sobre o que têm feito da vida. E o companheiro sempre será o espelho que reflete o que estamos ofertando, o tipo de amor que construímos ou desconstruímos diariamente.

E, se não nos permitirmos a entrega na totalidade que o amor requer, acabaremos fatalmente nos furtando de dedicar o mínimo de nós mesmos ao outro, relegando-o ao vazio solitário de nossa presença incompleta. Não abriremos mão de nada, não ouviremos os sussurros sofridos ali ao lado, não olharemos fundo nos olhos que nos buscam em vão, não sentiremos as acelerações do coração que pulsa pertinho, não responderemos aos desejos, não tocaremos a pele, não daremos, enfim, importância a quem sempre esteve conosco.

E ninguém há de suportar o desprezo, a indiferença, a agressividade silenciosa e a companhia vazia de quem lhe prometera amar pelo resto da vida. O amor não aceita desaforo, não sobrevive de passado, tampouco se alimenta de esperanças unilaterais e de correspondência nula. Só amor, somente amar, apenas as lembranças do que já foi mas não é mais, nada disso será capaz de manter duas pessoas juntas. Porque o amor é, sim paciente, mas tem o limite exato da dignidade que nos sobra ao fim do dia. Nada mais do que isso.

Fonte do texto: Obvious - via: http://www.sentimentosemfrases.com/muitas-vezes-o-amor-nao-termina-mas-a-paciencia-acaba/

A tragédia absoluta de esperarmos tanto por um amor que nunca chega.

De eventualidades surgem os amores. E de amores surgem eventualidades. Terminam, desaparecem e reaparecem como se pudessem brincar com o que aquilo que sentimos. E nós sentimos tanto… E tendo somente a saudade do vivido como companhia, lembramos com carinho o que já vivemos, e com esperança o que ainda vamos viver. Não temos muitas opções além de ter esperança e sorrir à mercê do destino. Se é que ele existe.

Nesta noite, enquanto escrevo e tento evitar comer carboidratos antes de dormir, pergunto-me como seria a vida se os dias continuassem assim, com amizades lindas, pequenas surpresas diárias e sorrisos de canto de boca, mas sem um grande amor para dividir tudo isso? E se tivermos que nos contentar em viajar sozinhos, dormir sozinhos, aquecer nossos pés sozinhos, sonharmos com uma linda história de amor, sozinhos? E se tivéssemos que nos acalmar sem ter ninguém afim de nos acompanhar pela, tão triste, falsa eternidade?

Nós matamos e revivemos o amor que há dentro de nós, todos os dias. Pensamos, em silêncio, pois não queremos admitir, como os outros conseguem viver amores tão febris, e nós, aqui, passando mais um dia em branco. Sem muito o que fazer, vemos um filme no domingo, trabalhamos um pouco mais na sexta-feira, tomamos um café com gosto de pressa na quarta-feira pela manhã e, entre momentos banais da vida, sentimos na pele a saudade de viver um amor que, como se fosse fácil, só nos fizesse sorrir.

Mesmo sendo cais das minhas dúvidas momentâneas, desconheço pessoas que terminaram a vida de forma feliz, convictas, que desistir do amor seria uma solução pertinente. Acontece que o tempo passa, e a gente fica. Pensando, esperando, vivendo, feliz, mas na espera de algo mais. Alguém para dividir o mundo, acariciar a cabeça pelo amanhecer e sumir entre os cabelos desgrenhados antes de dormir. Alguém para abraçar o eterno, mesmo que ele seja ilusório; para beijar a boca, mesmo que ela seja passageira; para rir na tristeza, mesmo que ela seja somente nossa.

Sem respostas, mas com muitas convicções, nós procuramos amores e, na maioria das vezes, encontramos somente bocas. Procuramos corações, e encontramos somente olhares que, no fundo, procuram o mesmo que nós. Todos vivem em busca de um grande amor. Até aqueles que, por uma dureza claramente repleta de pânico, dizem que não precisam de amor para viver felizes. Ninguém é tão superior assim. Ninguém vive sozinho com tanta pessoa especial espalhada por aí.

Sendo a poesia mais bonita dos sentidos, que o amor que esperamos venha, não exatamente como imaginamos, mas como merecemos. E que, por favor, goste de viajar, pois, no auge da minha loucura pessoal, confesso que já fiz todos as viagens possíveis; garanto que vais gostar, o pôr do sol tangerina de Florença é a tua cara.

Fonte: http://www.sentimentosemfrases.com/a-tragedia-absoluta-de-esperarmos-tanto-por-um-amor-que-nunca-chega/

DRÁUZIO VARELLA – Se não quiser adoecer fale de seus sentimentos.

Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo, a repressão dos sentimentos, a mágoa, a tristeza, a decepção degenera até em câncer.

Então, vamos confidenciar, desabafar, partilhar nossa intimidade, nossos desejos, nossos pecados.
O diálogo, a fala, a palavra é um poderoso remédio e poderosa terapia.
Se não quiser adoecer – “tome decisão”.
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia.
A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões.
A história humana é feita de decisões. Para decidir, é preciso saber renunciar, saber perder vantagens e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer – “busque soluções”. Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo.
Melhor acender o fósforo que lamentar a escuridão. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe.
Se não quiser adoecer – “não viva sempre triste”.
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem a vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.
Se não quiser adoecer – “não viva de aparências”.
Quem esconde a realidade, finge, faz pose, quer sempre dar a impressão de estar bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc. Está acumulando toneladas de peso… Uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Se não quiser adoecer – “aceite-se”.
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável.

-DRÁUZIO VARELLA

Via: http://www.sentimentosemfrases.com/drauzio-varella-se-nao-quiser-adoecer-fale-de-seus-sentimentos/

domingo, 26 de junho de 2016

7 medos em um relacionamento!

– (…) Eu sou bem fechado e sempre tive medo de me relacionar.
– Com razão! Quem gosta de correr o risco de se ferrar?
– Ouvi uma vez que entrar numa relação é a coisa mais incrível e assustadora que alguém pode fazer. Entrar na vida de alguém e deixar alguém entrar na sua vida é extremamente complicado. As pessoas são complicadas. E quando as pessoas são complicadas e gostam de complicar tudo vira um inferno.
– Tá falando da garota escorpião?
– Não exatamente. Tô falando de ter medo do envolvimento. De dar seu coração pra alguém.

Esses são os 7 medos que mais percebi por aí:

1 – Se entregar

Dá pra dizer que se entregar é o primeiro passo de uma relação, e também um dos mais difíceis (relação “formal” com status no Facebook, fotos no Instagram e essas exigências modernas, não aquele miojo que você come regularmente e sem compromisso). O primeiro passo em qualquer coisa é difícil. Seja começar uma dieta, ir ao banco, estudar pra uma prova ou se abrir e se entregar à alguém. É sempre complicado!

Deixar alguém entrar na sua vida é meio que dar o aval pra ela fazer o que quiser na sua casa. É falar “Olha, a geladeira é ali, o sofá é aqui, a cama é a melhor parte da casa e você pode deitar nu nela! Fica à vontade e não repara na bagunça…”, e esse alguém realmente entrar. E apesar dos móveis fora de lugar e de reparar algumas rachaduras na parede causadas pelo inquilino anterior, ele achar aquela a casa mais linda e confortável que existe.

Daí só te resta torcer que ele não seja como os que foram embora e deixaram sua casa bagunçada. Mas que ele entre e coloque tudo no lugar, faça uma faxina contigo, deixe o lugar mais bonito e faça sua casa crescer. Aí sua casa vira um lar. Mas definitivamente dar a chave da sua casa pra alguém é aterrorizante.

2 – Perder sua identidade

Todo mundo conhece aquele casal que antes de se conhecer eram pessoas legais, tinham suas rotinas, amigos, hobbies e suas próprias identidades. Mas aí se conheceram e se tornaram um casal. Um casal CHATO que não são duas pessoas, mas uma entidade: você não chama o João pra beber, você chama o João&Gabi. Você não chama a Gabi pra ir ao cinema, você invoca das profundezas do abismo a João&Gabi. Eu nem sei se uso “o” ou “a”, porque é completamente indefinido o que esse ser é.

Eles tem perfil compartilhado no Facebook. Eles só vão num lugar se o outro for. Eles só tem amigos que os dois conheçam, e em consequência passam a só ter casais como amigos. Eles não tem mais identidade própria.

Ok ser um casal que gosta de fazer as coisas juntos e não se desgruda, é gostoso. Mas é necessário ter sua individualidade também. Ter seu tempo, seu gosto, seus amigos e suas coisas. Aliás, você não precisa ter medo de ser assim se você tem personalidade suficiente pra ser você mesma.

3 – NÃO TER RETRIBUIÇÃO

Imagina que você olha bem uma loja, passa um tempo considerável analisando todos os produtos até achar aquele que é perfeito pra você, relembra seu histórico financeiro, pensa mais um pouco, olha em volta pra ter certeza, e decide comprar. Paga parcelado em trocentas vezes (porque todo relacionamento é cobrado ao longo do tempo) e quando recebe é uma caixa vazia. Tem relacionamento que é exatamente isso.

Você quem se doa, quem corre atrás, quem se entrega. Quem dá carinho, atenção, amizade, suporte, relação intima.
E é você, só. O outro tá ocupado demais recebendo isso tudo, meio que não sobra tempo pra retribuir, sabe?

O pior é quando a retribuição, a retribuição mínima que seja (tipo, sei lá, um presente bobo ou um convite pra um restaurante) se torna grande coisa pra você. Se você se acostumou a se doar e receber migalha em troca… eu sinto pena de você. Ou não. Cada um deveria saber quanto vale o próprio tempo e principalmente o próprio amor.
Se o seu vale migalhas, fazer o quê?

4 – Não serem amigos

Existe a possibilidade de vocês já serem grande amigos antes do começo da relação.
Existe também a possibilidade de se tornarem grandes amigos ao longo da relação.
Em todo caso, ótimo!

O problema é quando não tem amizade de verdade entre o casal.
Pensa que aconteceu algo muito triste com você nesse momento: andando na rua um pombo cagou no seu sorvete, você ficou com raiva, se distraiu e tropeçou, destruiu o trabalho que você fazia há dias e torceu o tornozelo na queda. Quem é a primeira pessoa que você procuraria pra reclamar muito da vida?

A situação é hipotética (não é, aconteceu comigo, menos a parte do tornozelo), mas define bem amizades e prioridades.

Se ela não é a pessoa que você se empolga em mostrar uma música que você acabou de descobrir, ou uma série que você acha incrível, ou aquele link legal que você esbarrou pelas internets… temos um problema.
Porque talvez também não seja ela a primeira que você corre pra ter apoio, pros seus segredos, seus medos, frustrações, objetivos e sonhos.

E não dá pra ter só um dos dois casos.
Se é pra estar contigo, tem que ser o amigo pras horas boas e ruins.

5 – Aparecer “alguém melhor”

Esse é meio bobo mas bem comum.

– Bobo nada! Eu sei que ele tem lá as amiguinhas dele. Tudo piranha(!).
– Mas você nem conhece as gurias.
– Ah, mas são! Só que elas são bem bonitas até. Então eu fico com medo de ele se interessar e…
– …e nada! Se ele se interessasse ele teria feito algo! E você provavelmente só saberia algum dia qualquer. Mas se vocês estão juntos, você deve (ou deveria) confiar nele o suficiente pra não ficar pensando esse tipo de coisa. Mas, principalmente, deveria confiar em você mesma! Ele tá contigo, não com elas. Você tem suas qualidades. Mulher auto confiante é mais atraente do que muitas outras coisas que mulheres aleatórias possam ter.

Acredite, não existe “alguém melhor”. Existe várias pessoas diferentes da gente, mas ninguém melhor ou pior.
E se você dá motivos suficientes pra que aquela pessoa goste de você, goste da relação e de estar com você, nunca vai existir esse outro alguém melhor.

Mas se você não cuida direito e não trata como se deve… bem, lembre-se que nesse caso a grama do vizinho pode mesmo ser mais verde pra ele.

6 – Acabar o Desejo

Isso é fim de relação. Sério.
Se o tesão acaba vocês são só dois amigos que se dão beijos (sem graça) ocasionalmente.

Várias coisas podem ser feitas pra manter o tesão numa relação, mas às vezes é inevitável, seja lá por qual motivo for. E nesse caso não tem muito o que se fazer mesmo.

Estar numa relação onde o desejo físico pelo outro morreu é meio triste.
É como se não fosse uma relação completa, vívida e empolgante pros dois.
É como se a única coisa que unissem vocês agora é a amizade, a rotina e a acomodação.

Aliás, ficar acomodado é a pior coisa que se pode fazer numa relação. Tenha ela 30 dias ou 30 anos.
Se perceber que você ou a outra pessoa está acomodado na relação, tá aí o começo do fim.

Faça algo.
Ou testemunhe o (esperado) fim.

7 – Quebrar a cara (e o coração)

Esse é o medo mais comum e inevitável.
Mas também é o mais idiota.

É complicado se entregar à alguém e deixar que aquela pessoa cuide do seu coração. Isso fica mais complicado quando você já teve decepções no passado.
O medo de se machucar aumenta muito quando você já sofreu antes. Parece que toda nova pessoa que se aproxima é uma nova chance de acabar se machucando.

Mas é extremamente covarde e bobo deixar que alguém do seu passado, alguém que causou algo ruim no seu passado, impeça que você seja feliz no seu presente.
Por que você vai permitir que alguns remendos no seu coração atrapalhe a possibilidade de você estar com alguém que vai cuidar dele como ele merece?

Você sempre vai correr o risco de quebrar a cara num relacionamento. Não tem como fugir disso.
Toda relação pode eventualmente chegar ao fim.
Mas o que é a vida sem riscos, né?
Chata. Entediante. Não tem Nutella, bacon e nem internet lá.
Não queira isso.

Você só tem que saber por quem vale a pena correr esse risco.
Por quem vale a pena enfrentar esses medos.
E por quem vale a pena entregar seu coração.

Assim quando você olhar pra lado vai ver que tudo isso valeu a pena.

Fonte: Escrito por Hudson Baroni - via: http://www.sentimentosemfrases.com/7-medos-em-um-relacionamento/

Para que serve uma relação? Por Dr. Drauzio Varella


Definição mais simples e exata sobre o sentido de mantermos uma relação?

“Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil”.

Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom, e merece ser desenvolvido.

Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.Uma armadilha.

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo, enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio, sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada uma pessoa bonita a seu modo.

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro, quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.

Dr. Drauzio Varela