sábado, 30 de abril de 2016

Caminhe mais leve pela vida.

A caminhada rumo à maturidade das nossas atitudes é longa... Por isso, livre-se do excesso de bagagem. Caminhe mais leve pela vida. Traga somente o essencial, o que vale a pena, o que agrega. Aquilo que ajuda você a viver e a construir as condições para ser feliz.
Se você insistir em levar bagagens em excesso, elas se tornarão muito pesadas e farão com que você acabe abandonando a viagem. Livre-se dos excessos.
E seja humilde: abandone a falsa certeza de que sabe o bastante sobre as coisas, sejam elas simples ou complexas. Afinal, o que é básico, o que é essencial, aprendemos por último.

-A.D

A Inveja.

Quem nunca sofreu com a inveja? A inveja é uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de outra pessoa, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-las. Veja esta pequena fábula.

Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vagalume que só vivia para brilhar. Ele fugia rapidamente, com medo da cobra. Fugiu durante um dia e ela não desistia, dois dias e nada da cobra desistir.

No terceiro dia, já sem forças, o vagalume parou e disse à cobra:

Vagalume: Posso lhe fazer uma pergunta?

Cobra: Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar.

Vagalume: Pertenço à sua cadeia alimentar?

Cobra: Não.

Vagalume: Te fiz alguma coisa?

Cobra: Não.

Vagalume: Então por que você quer me comer?

Cobra: PORQUE NÃO SUPORTO VER VOCÊ BRILHAR!

Na sequência, reproduzo para você o texto “Pedras e Frutos” que escrevi para meu livro Atitudes Vencedoras. Ele sintetiza nossa reflexão de hoje.

PEDRAS E FRUTOS

Não se atiram pedras em árvores sem fruto; toda tentativa de apedrejamento visa sempre derrubar os frutos. Inocente ignorância dos apedrejadores, porque, mesmo conseguindo o feito, se esquecem de que os frutos caídos no chão experimentarão o tempo e a decomposição e voltarão a frutificar, de uma ou de outra maneira, pois cada semente dá origem à essência interior que carrega. Já as pedras caídas no chão permanecerão pedras, e as mãos que as atiraram terminarão vazias, tão vazias quanto o coração e a alma das pessoas que lhes ativaram o movimento.

Não permita que a inveja atrapalhe sua vida! Ela só te fará mal se você permitir. Como dizia Mário Quintana: “Todos estes que aí estão atravancando o meu caminho. Eles passarão. Eu passarinho.”


-Desconheço autor

Nesta vida temos três professores importantes:


Julgamentos, dedos apontados, críticas e reclamações nunca estiveram tão em alta.


Não é fácil silenciar.


As pessoas são previsíveis.


sexta-feira, 29 de abril de 2016

Pare de perder tempo com as pessoas erradas.

A vida é muito curta para perder tempo com pessoas que sugam a sua alegria para fora de você. Se alguém quer você em sua vida, eles vão criar espaço para você. Você não deveria ter que lutar por um lugar. Nunca, jamais insista em aparecer diante de alguém que subestima o seu valor. E lembre-se, seus verdadeiros amigos não são as pessoas que estão ao seu lado quando você está vivendo seus melhores dias, mas sim aqueles que permanecem mesmo nos piores momentos.

-A.D

Os sorrisos mais bonitos escondem os segredos mais profundos.


Gosto de gente que não finge ser quem não é.


Aprenda:


Não levamos nada dessa vida.


quinta-feira, 28 de abril de 2016

TODAS AS COISAS TEM DOIS LADOS.

Suponha que lhe aconteça o que me aconteceu.

Recebi da Espanha um chaveiro de metal.

Já era importante por ser um presente.

Percebendo o peso e a cor, conclui sem pestanejar: é de prata!

Feliz da vida, coloquei nele as chaves do meu carro e passei a desfrutar da pequena jóia.

Além do lado liso e brilhante, o outro lado trazia um baixo relevo, que o tornava verdadeira obra de arte.

O prazer com que passei a usá-lo está na origem do que vim a sentir, meses depois.

Certa manhã, fui pegar o chaveiro de prata na garagem do meu prédio.

Sabe, a necessidade de manobras…

E foi então que recebi um choque.

Não havia sido roubado, não! Talvez tenha sido pior.

A parte de trás estava inexplicavelmente descascada!

O amarelo vivo do latão acusava uma decepção.

O desapontamento tomou conta de mim.

Fiquei paralisado por alguns momentos.

Aí olhei o lado da frente.

Estava em ordem.

Tive, então, um estalo.

Olhar o lado descascado me causava desprazer, mas eu podia olhar o da frente e continuar gostando dele.

A escolha era minha.

Eu era responsável por me sentir bem ou me sentir mal.

Já que os dois lados eram reais, seria tão honesto preferir olhar mais um lado do que outro.

Eu não estaria mentindo para mim mesmo, se preferisse olhar o lado bem conservado; e me tornaria responsável por me sentir bem.

Comecei a perceber, então, que todas as coisas da vida têm dois lados.

Um lado sombrio, desagradável, penoso.

E outro claro, luminoso, colorido.

Podia assim escolher, para vantagem minha, o lado que me conservaria sempre no melhor astral.

Por exemplo, o fato de ter furado o pneu do carro, coisa desagradável, é o lado sombrio; mas, pensando bem, isso só acontece com quem tem carro!

É o lado luminoso e colorido do mesmíssimo fato.

Você pode se dar ao luxo de ter de trocar o pneu de seu carro de vez em quando, pois, em contrapartida, ele lhe dá prazer e lhe presta serviço no resto do tempo.

Outro exemplo.

Uma chuva inesperada impede você e sua família de saírem para um piquenique, como haviam planejado.

É o lado sombrio.

Mas, em compensação, você poderá ter tempo em casa, finalmente, para arrumar aquela torneira pingando ou para assistir a um filme no seu vídeo.

Pode ser o lado luminoso.

Ou, ainda, alguém sofre um pequeno acidente ou contrai uma febre, ficando obrigado a ficar de cama.

É o lado sombrio.

O lado luminoso – e quantas vezes acontecido! – pode ser a experiência de repensar a vida; ou a de, finalmente, se dar conta de quanto é estimado e visitado pelos parentes e amigos, apesar de ter tido dúvidas, até então.

Um último exemplo.

Seu patrão lhe chama a atenção com frequência, seus colegas de trabalho costumam ser competitivos e pouco amigos.

É o lado sombrio.

Você não se vai acomodar, é claro.

Vai tomar providências cabíveis para que a situação melhore.

Mas, por outro lado, você tem emprego, o que não é para se minimizar.

Quantos gostariam de ter um!

Você poderia objetar em primeiro lugar: mas, esse não é o jogo da Polyanna?

Não é o mesmo que mentir para si mesmo e fazer de conta, como quem esconde o sol com a peneira?

Desde o início pode ter ficado claro que olhar qualquer dos lados é honesto, e que você é responsável pelo lado que prefere fixar.

Olhando o lado bonito da vida, você não está escondendo nada, apenas está preferindo ser feliz.

Qual é o mal?

Você ainda poderia dizer: mas isso é tão difícil!

Será que alguém consegue pensar assim?

Eu lhe garanto que é possível.

Vamos concordar também que é difícil.

Ora!

O que não é difícil, quando enfrentado pela primeira vez!

Digitar numa máquina de escrever, dirigir um carro, aprender língua estrangeira, escrever corretamente o português, fazer tricô e qualquer outra coisa no mundo.

Entretanto, seja o que for, você consegue dominar, com duas condições: ter a receita correta e treinar com perseverança.

Então, você também pode descobrir o lado colorido e mais real da sua vida.

Nada o impede.

(Autor desconhecido)

Tudo tem sua hora.


As pessoas gostam é do show!


Pessoas de verdade não acontecem por acaso.


Lição de vida:


Sim, eu mudei!!


Nunca é tarde demais para ser aquilo que sempre se desejou ser.


quarta-feira, 27 de abril de 2016

VERDADEIRO LADO DA VIDA DE UM ANSIOSO:

Não há como entender a ansiedade sem mostrar o que se passa na cabeça de uma pessoa ansiosa. Este texto será uma viagem dentro da cabeça de um ansioso. E só para constar: ansiedade não é esperar por um telefonema, como dizem outros textos. É uma patologia, que se não trabalhada, evolui para pânico, depressão e até suicídio. Dormia e me remexia na cama, o coração apertado, a respiração ofegante. Pensava:

-eu deveria estar dormindo melhor, por quê não me acalmo?

Estou com sono, quero dormir em paz.

Me reviro, me reviro e começo a despertar aos poucos.

Olhei para o relógio. Eram 07:30.

Mas como se fui dormir às quatro?

Lembrei que cheguei um pouco alegre, derrubei algumas coisas, mas estava bem.

Passei a lembrar daquele pub, muito Rock n`Roll, muitas pessoas bonitas, mas o clima era pesado.

Voltei a tentar dormir, não conseguia.

Fui ficando com frio, mais frio e os pensamentos de culpa não saíam de minha cabeça.

Pensava que logo teria que me arrumar para viajar, mas não me sentia bem.

Como sairia daquela cama sem me sentir bem?

Coração acelerado, frio, enjoo e dor de barriga.

Decidi me levantar e tomar um banho.

Durante o banho, sentia aquela ducha quente tentar me acalmar.

Tentava me convencer de que aquela ducha me acalmaria.

Coração apertado, ofegante e cabeça a mil.

Começava então a me culpar.

Você não conseguiu nada de útil em sua vida até hoje. Quem é você? Quando terá uma vida melhor? Por quê não consegue levantar cedo e ir caminhar como as pessoas sãs conseguem?

Você está sozinho, está longe de tudo e de todos.

Quem é o seu grupo? O que faz neste mundo?

Quantos anos você tem? Como esperava que sua vida estivesse quando atingisse esta idade?

Onde mora? O que te pertence?

Quem te pertence?

O que você fez até hoje?

Para onde quer ir?

Por quê não está estudando mais?

Por quê foi beber aquela cuba livre ontem?

Por quê está se condenando de ter bebido esta cuba livre se existem pessoas que bebem garrafas de vinho ou vodka sozinhos e nada sentem de culpa logo após?

Por quê todos conseguem rir menos você?

Como queria que sua vida fosse?

Por quê não existe naturalidade em nada que faz?

Por quê você não pertence? Por quê sonha com coisas tão inalcançáveis?

E se tivesse escolhido outro caminho?

Como será o futuro?

Esta tortura psicológica irá passar um dia?

Quando serei feliz de verdade?

Quando poderei ver meus valores e seguir com segurança?

Segurança?

O que isto significa?

Não estou seguro.

Esta cidade está um caos.

Demorarei séculos para chegar a algum lugar.

Tudo caro.

Quando terei um lar próprio?

Estou longe de todos que conheço. Não, espera! Tem amigos próximos.

Amigos?

Que amigos?

Não me sinto à vontade para chamá-los para sair.

Sempre saio sem fazer aquilo que realmente gosto.

O que eu gosto?

Poucas coisas eu gostei em minha vida. Dança, filmes, momentos raros, abraços raros, praias raras, sensações de pertencimento raras.

Por quê todos conseguem se divertir com coisas banais e eu não?

Por quê não pertenço?

A onde pertenço?

Quero viver, sonhar, voar, mas para onde?

Teria coragem de voar?

Tenho medo, muito medo.

Quero conquistar o mundo.

Que mundo?

Teria eu habilidade para dominar este mundo?

Será que fiz escolhas que me trouxessem sanidade?

Ou será que escolhi o caminho que será mais tortuoso?

Mas se tivesse escolhido o caminho mais fácil, seria eu feliz, sem me intrigar?

Oh, quantas indagações…

Ignorância realmente é uma bênção…

Será que todos são assim como eu?

Estou com medo de sair de casa.

Que lugar é esse?

Pertenço a aqui?

Meu estômago ainda recusa o pensamento de comida, meu coração não desacelera.

Deveria eu tomar um calmante?

Mas e se eu tomar calmante e não relaxar?

E se eu só relaxar com calmantes no futuro?

Como lidarei com problemas maiores em minha vida se não consigo lidar com as pequenas pressões de hoje?

Pequenas pressões?

Seriam pequenas as pressões de tentar se criar uma identidade neste mundo cheio de pessoas tão melhores do que eu?

Auto estima…

Por quê penso eu que estas pessoas são melhores?

Você deveria trabalhar melhor esta auto estima ai…

Cansado.

Cansado de pensar tanto.

Só queria relaxar e ser ignorante.

Queria não querer saber de tudo.

Queria ter o mesmo sorriso leve das pessoas na rua.

Como são suas vidas?

São completas?

Ou seriam todos fúteis querendo comprar a felicidade num shopping?

Ignorantes, felizes todos os ignorantes…

Estou eu ficando doente?

Por quê não me sinto bem?

Preciso de terapia…

Terapia é caro! óh meu Deus, nada tem solução!

Onde estará a felicidade em mim mesmo?

Seria eu feliz quando estiver velho?

Quando já tiver vivido tudo o que tinha para viver e já saberia como foi minha vida? Sem medo do que será o futuro que já teria passado?

Ah sim, eu com meus netos num jardim nos fundos de casa… Aí sim relaxaria.

Meu parceiro já estaria velho e assexuado, não tendo eu que me preocupar com fidelidades…

Ah, o senso de família feliz… quando foi que te perdi?

Oh vida feliz de Disney, onde estará?

Oh Príncipe encantando, existes?

Não se pode confiar em ninguém.

As pessoas sempre desapontam. Elas dizem coisas para ganhar sua atenção e depois se mostram tudo o que antes criticavam… As pessoas são fracas. As pessoas são doidas. As pessoas não têm valores. A quem admirar? Não há. Quando virei uma pessoa tão realista? Para onde foram os sonhos? A vida teria graça em si? Ou nós faríamos esta graça? O que será do amanhã? E o agora? Deveria estar vivendo o agora. Ainda estou neste banho e estou cansado, cansado de pensar, cansado de sofrer. Quero ser leve. Quero ser livre. Quero morrer. Haveria liberdade nos céus? Mas a igreja criou o céu? O que há depois daqui? Não, não quero mais morrer, quero encontrar a felicidade aqui. Aqui. E aqui. Estou cansado de pensar. Vou ligar uma música. E assim os pensamentos se esvaem no modo automático de se viver, onde todos aqueles ignorantes vivem. Oh dom incoerente o de pensar e questionar. Oh dom causador de toda esta necessidade de ser ter o controle sobre tudo. Oh maldita necessidade de acelerar as coisas e controlar aquilo que não posso. Oh vida…

Saía do banho, tentava ver o mundo como algo a que pertenço e começava a arrumar minhas coisas para viajar. Aos poucos o coração foi desacelerando. A crise de ansiedade ia passando… O corpo se aquietando. E a busca por um dia de paz se iniciava… Os prantos e as orações para alguém que talvez estivesse me olhando invadiam o peito e a paz ia entrando. Como fazer para manter esta paz? Já não se sabia mais, afinal, de que adiantava pensar tanto? Ligava o botão do desligamento e do modo automático e sonhava com uma vida tranquila numa varanda, numa rede e um copo de café. Ah não, desta vez, chá, porque café incita a ansiedade.

Caros, esta foi uma viagem dentro da cabeça de um ansioso.

Chamo suas atenções para um problema que está dominando a sociedade atual. Estamos vivendo em um mundo competitivo e vivemos sob muitas pressões. Muitos de nós já acordamos com taquicardia, respiração ofegante e medos. Medos de como será o futuro. Medos de, se a pessoa que está conosco, está de fato conosco, medo de viver. Esse medo de viver, nos coloca dentro de uma caixa de pensamentos auto destrutivos que precisam ser buscados em sua origens e tratados. Devemos ter um ponto de equilíbrio e este ponto tem que ser imbatível. Nos colemos a orações, a fés em alguma coisa, a tratamentos e à criação de pensamentos positivos. Somos a sociedade da loucura.

Dos remédios para dormir e dos remédios para acordar. Somos robôs. Somos marionetes de um sistema que nos quer sugar tudo o que temos. Não nos deixemos virar fruto dessa sociedade agitada. Mantenhamos nossos próprios ritmos. Ansiedade é normal, mas passando de certo ponto, há de se investigar sua causa e tratamento. Pensar demais pode levar à um quadro de loucura e perda de controle de seus pensamentos, que podem levar à síndrome do pânico, a ataques violentos e até ao suicídio. Precisamos sair um pouco deste modo de vida. Ansiedade não é bobeirinha de querer que alguém responda rápido a uma mensagem. Não é só roer as unhas. É tremer, perder o controle e se questionar se ainda somos sãos. Se ainda somos donos de nossas escolhas. Não banalizem um problema sério da sociedade atual!

Escrito por: DOMIE LENNON 
Fonte: FILOSOFIAS DE UM VELHO - TEXTO POSTADO ORIGINALMENTE NA OBVOUS - INTERNET: http://www.sentimentosemfrases.com/o-verdadeiro-lado-da-vida-de-um-ansioso/

Há momentos em que ignorar é responder de forma inteligente.

Às vezes ignorar é responder de forma inteligente. É uma sabedoria que vem com o tempo e experiência e, sem dúvida, é adaptativa. Por quê? Porque todos sabem que as nossas relações nem sempre fornecem-nos apenas coisas positivas, ainda que desejemos.

Portanto, ignorar por vezes é mais uma questão de saúde emocional e proteção de nosso equilíbrio mental do que uma decisão consciente e ponderada sobre a nossa conduta e nossas relações de aproximação com certas pessoas.

Mas, geralmente, não percebemos facilmente que estamos alimentando relacionamentos tóxicos esperando uma recompensa emocional que não vai chegar. Em outras palavras, nós sacrificamos nosso bem-estar por relações não oferecem boas emoções.

Temos de aprender a ignorar para começar a viver em paz.

Por isso devemos ignorar situações que nos perturbam e dar a nossa ausência quando a nossa presença não é valorizada. Assim, à palavras loucas, orelhas inteligentes. Mas quando?
Quando as críticas não são construtivas e não pedimos opinião.
Quando notamos que as ações ou comentários dos outros têm más intenções.
Quando quem temos ao nosso lado que está empenhado em criar insegurança e frustração em nosso esquema vital.
Quando nos preocupamos com coisas que não podemos controlar.
Quando os outros exageram em seu egocentrismo, com clara intenção de esfregar seus sucessos e nos menosprezar.
Quando nos impedem de crescer e desenvolver como resultado de interesse ou egoísmo.

Negligencia o que pretende te anular

Palavras, comentários, ações, sentimentos, emoções … Há situações que, por causa de sua hostilidade ou toxicidade podem ser altamente prejudiciais. Às vezes, talvez até mesmo a balança emocional se inclina para o lado oposto do nosso bem-estar e o sofrimento é inevitável.

No entanto, precisamos conseguir manejar as distâncias, dar à nossa mente e nosso corpo a oportunidade de aliviar-se e não anular-se. Podemos escapar se trabalharmos o nosso diálogo interior daquilo que nos bloqueia.

“Então, conseguir com que o que alguém faz não nos afete é como um bálsamo. Pode ser caro no início, mas os resultados começam a ser sentidos em breve na nossa saúde emocional.”

Perdão para as “explosões” das pessoas

É complicado perdoar palavras ofensivas ditas em momentos de raiva. E também existem momentos de euforia que tiram a nossa língua de controle e acaba nos causando consequências terríveis.

Devemos ter cuidado com o perdão e deixar claro que ao oferecê-lo, não estamos autorizando ninguém a nos prejudicar novamente.

Nós também precisamos aprender a nos perdoar por causarmos instabilidade, conflito e dor àqueles que amamos. Devemos reconhecer nossos erros e aceitar o que não podemos mudar, aprendendo as diferenças e vivendo sem remorso, culpa e ódio.

Quando não perdoamos, a alegria e paz desaparecem de nossas vidas e nos tornamos escravos da amargura e sentimentos ruins, nos irritando com facilidade e potencializando as rivalidades. Algo que certamente podemos evitar, se nos atrevermos a ignorar e perdoar.

Fonte: La mente es maravillosa - via: https://osegredo.com.br/2016/03/ha-momentos-em-que-ignorar-e-responder-de-forma-inteligente/

Não valorize apenas quem diz que te ama, valorize quem te prove isso.


Quem perde a coragem perde tudo.


Meu pai sempre dizia:


Medir as palavras que você diz a alguém é essencial.


Nenhuma tempestade pode durar para sempre!


Não diga que a vitória está perdida.


Problemas são como máquinas de lavar roupas:


Nunca se envergonhe de uma cicatriz.


Preocupe-se mais com seu caráter do que com sua reputação.


De todas as coisas que estão em vias de extinção, a que mais me preocupa é o caráter.